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#6 Ele criou no Japão um canal com mais de 67 milhões de views

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Thiago é um artista multi talentoso que une a cultura brasileira e japonesa na essência dos seus vídeos. Criou um canal com mais de 500k seguidores globais e já produziu vídeos para um dos mais conhecidos músicos de anime. Mas nem tudo foi fácil! Saiba mais como ele chegou no mercado japonês de criação. Veja os vídeos do seu canal Chicken San https://youtube.com/c/Chickensan e siga-o no Instagram https://instagram.com/tkthiagox

#5 Ana Paula Chiba – Consultora de desenvolvimento de negócios no Japão

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Ana Paula Chiba explica nesse episódio, como vender moda aos japoneses. Do fast fashion ao luxo, ela já ajudou a desenvolver várias marcas no Japão e mostra alguns detalhes importantes sobre a cultura empresarial japonesa.

#4 Eduardo Tsuchida explica sobre Bitcoin e o poder das criptomoedas.

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Nesse episódio conversamos com Eduardo Tsuchida, investidor, entusiasta e analista do mercado financeiro.  Ele compartilhou com a gente informações valiosas do mercado de cripto moedas, suas influências e como construir um portfólio consistente.

#3 Daniel Omine, desenvolvedor de sistemas e trader de forex no Japão

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Nessa entrevista conversamos com Daniel Omine, um empreendedor que enxergou através da programação, oportunidades de negócios no Japão como, desenvolvimento de apps, plugins, sistemas e muito mais.  Uma história incrível de visão e muita capacidade de execução.  Ouça agora mesmo o episódio 3 do J1talks, empreendedorismo made in Japan. Aproveite e conheça o seu Ecommerce de frutas e plantas de Okinawa no Japão:  https://tipui.com/okinawa/ Este episódio é um oferecimento de https://j1seeds.com “Da ideia a marca”

#2 Mitsuru Nakayama fundador e gestor do Brasil Venture Capital

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Mitsuru Nakayama – Fundador e Gestor do Brazil Venture Capital.  BVC é uma empresa que faz gestão de fundos de investimento com sua tese fundamentada em empreendedores que resolvem um dos 3 grandes problemas, a inclusão, a digitalização e a transformação digital.. Com uma história de visão, altruísmo e determinação, Mitsuru San, sendo japonês, fez o caminho que milhares de japoneses fizeram há 120 anos, entendendo o Brasil como um país de oportunidades. Hoje empresas brasileiras contam com essa visão para crescimento. Ouça agora mesmo o episódio 2 do J1talks, empreendedorismo made in Japan.

#1 Roberto Nacaya, especialista em Forex (Investimento em Moedas) e Prof. BJJ

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Nesse episódio, conversamos sobre a história de um dos principais empreendedores da comunidade brasileira do Japão, Roberto Nacaya. Roberto tem uma história incrível de superação e perspectiva de oportunidades que fizeram diferença na história do empreendedorismo brasileiro no Japão.

O que é o J1Talks? Intro

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O J1Talks é um projeto da empresa J1株式会社 uma STARTUP japonesa, fundada por brasileiros que trabalha com MarTech as a Service, Usamos #Marketing e #Tecnologia para posicionar marcas estrangeiras no mercado japonês e também no Brasil. Acesse https://j1seeds.com

持続可能な世界を目指して

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あけましておめでとうございます。このコラムを続けて5回目の新年です。世界はどんどん変化しており、ブラジルをはじめとする海外へこんなに行きづらい状況になるとは、数年前は予想だにしていませんでした。

自然環境に対する意識も変化しています。この背景として、世界で毎年のように大きな自然災害が発生し、被害が発生していることがあるのでしょう。ブラジルも地球の肺と呼ばれるアマゾンの多くを有しており、自然環境を守るための要となる地域でもあります。

最近よく耳にするサスティナブル(ポルトガル語でsustentável)という言葉を日本語に訳すと「持続可能な」となり、日本でもやっとこれを特徴とする商品が増えてきているような印象です。安価な商品を単純に消費するのではなく、その価格の理由やそれを消費することが生産者の搾取になってないかなど、意識する時代になっているのではないでしょうか。

例えばチョコレートについてもスーパーマーケットで安価な商品がたくさん売られており、正直、私もたまに買って食べています。チョコレートの原料のカカオについて、さまざまな地域で作られており、生産効率を重視したものを使えば安価に生産できます。一方、カカオ農家が正当な対価を受け取り、その土地できちんと生産が続けられるように考えられた商品も広がりを見せています。カカオはアマゾン原産の果物で、ブラジルアマゾン産のカカオを使ったチョコレートを日本でも買うことができます。地球の裏側のことではなく、地球環境のことは世界規模で考えていく必要があると思います。チョコレートの他にもコーヒーなどでこういった商品に出会う機会が増えている印象です。

毎日の暮らしがある中で全てのものをこういった商品に置き換えるのは難しいですが、ちょっと立ち止まって環境負荷の少ないものや生産者がきちんと見えるものを選択する、というのも良いかもしれません。海外では特に2000年以降に生まれた若い世代がムーブメントの中心になっている動きも見られます。

新年を迎えた今、自分の将来はもちろん、次の世代のことを考えて、今年は「持続可能な」をキーワードにしてみませんか。

 

執筆者KIMOBIG Brasil

岡千晴(おかちはる)

岡山県出身。大学でポルトガル語を専攻し、在学中に交換留学生としてリオデジャネイロに1年間暮らした経験を持つ。Kimobig Brasil スタッフでもある。

ブラジルと日本をつなぐ国際交流団体 Kimobig Brasil       http://kimobig.jp

Uma ilha revivida pela arte

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O Japão é formado por mais de 4 mil ilhas. Quatro delas são consideradas as principais: Hokkaido, Kyushu, Honshu e Shikoku. Entre essas duas últimas fica o Mar Interior de Seto, com suas águas cor de esmeralda e um clima ameno, que traz semelhanças com o Mar Mediterrâneo, entre a África e a Europa.

As belezas naturais da região sempre atraíram turistas para os litorais das ilhas principais do Mar de Seto. Mas, desde os anos 1990, um novo movimento começou a se formar em torno de museus e eventos de arte. Começou em Naoshima, uma das ilhas mais desenvolvidas na região e se espalhou pela vizinhança. Instituições se envolveram e museus de arte contemporânea de ponta foram construídos nas ilhas. Além disso, uma série de obras de nomes importantes do Japão e do exterior pipocaram na região, a partir de eventos como a Trienal de Arte de Setouchi e por outras iniciativas. Saiba o que esperar de cada uma das ilhas de arte.

Ilhas de Arte - Naoshima
Vista de uma das praias de Naoshima. (foto: Roberto Maxwell)

O começo de tudo

A mais famosa das três ilhas fica a cerca de 15 minutos de barca do Porto de Uno, na província de Okayama. Naoshima foi a pioneira no processo de incorporar elementos de arte como forma de atrair turistas e reduzir a dependência da atividade industrial.

Aqui fica o Museu Benesse House, num prédio projetado pelo arquiteto japonês Ando Tadao, no alto de uma colina. O elegante espaço traz obras de artistas como Sugimoto Hiroshi, Jennifer Barlet, Andy Warhol e outros. No espaço fica ainda um hotel, um restaurante, um café e, claro, a lojinha do museu. No entorno do Benesse House, entre a colina e a praia, ficam obras a céu aberto que podem ser vistas gratuitamente.

Ilhas de Arte - Naoshima
Obra de arte na área do Benesse House Museum (foto: Roberto Maxwell)

O Museu de Arte Chichu fica numa construção semi-subterrânea, também projetada por Ando Tadao. A ideia por trás do projeto é repensar a relação entre a sociedade e a natureza. Por isso, a construção foi pensada para causar o mínimo possível de impacto no ambiente natural da ilha.

Além do emaranhado de caminhos que leva até as galerias, o espaço trazem obras de Claude Monet, James Turrell e Walter de Maria. No Chichu, o visitante é convidado a ter uma experiência diferente com as obras, de forma integrada ao espaço de exibição.

A alguns minutos de caminhada do Chichu fica o Museu Lee Ufan, dedicado ao artista coreano que foi radicado no Japão por algumas décadas. Lee é um dos maiores nomes da cena contemporânea de arte japonesa, considerado o fundador do movimento Monoha, cuja proposta é explora a relação entre as coisas e o espaço.

Entrada do Museu Lee Ufan (foto: Roberto Maxwell)

O conceito fica muito claro na própria construção do museu, também projeto de Ando Tadao. Nas galerias, uma coleção bem selecionada de obras faz um excelente mergulho no trabalho do Lee.

Arte na vila

Além dos museus, Naoshima tem uma série de obras de arte espalhadas pela ilha. Uma boa parte delas fica em casas localizadas em Honmura, uma vila de pescadores, a poucos minutos de Miyanoura, o porto com maior movimento de passageiros da ilha.

São seis casas e um santuário, todos com intervenções pensadas e executadas por diferentes artistas. As casas ficam à pequena distância umas das outras e visitar todas elas é uma excelente oportunidade para ter uma ideia de como é a vida na ilha. O casario é de beleza excepcional e moradores são simpáticos com visitantes. Na área, também existem restaurantes e cafés, visita-los é uma forma de movimentar, também, a economia local.

Casas na vila de Honmura (foto: Roberto Maxwell)

Antes de sair batendo de casa em casa, não deixe de ir até o Honmura Lounge & Archive, um espaço onde os bilhetes para todas as casas — com exceção da Kinza — são vendidos. Além dos tíquetes individuais (USD 4), um passaporte para as seis das sete casas também pode ser adquirido por cerca de 10 dólares. As reservas da casa Kinza devem ser feitas e pagas online. Já o acesso à Minamidera é limitado e, por isso, você já deve garantir a sua senha assim que comprar o passaporte.

SERVIÇO

Como chegar?
Naoshima fica a cerca de 15 minutos do Porto de Uno, de barca. Para chegar até o porto, o Shinkansen da linha Tokaido leva até Okayama. De lá, embarque num trem da linha Seto Ohashi até Chayamachi e, de lá, faça a baldeação para a linha Uno até a estação terminal. Em alguns horários, trens de Okayama vão diretamente para Uno.

Maioridade no Japão será reduzida para 18 anos

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Mas menores de 20 anos continuarão proibidos de fumar e de beber

 

Pela primeira vez em cerca de 140 anos, uma revisão das leis irá reduzir a idade adulta oficial no Japão. Isto é: a maioridade será reduzida dos atuais 20 para 18 anos, quando o novo Código Civil entrar em vigor em 1º de abril.

Qualquer pessoa com 18 anos poderá se casar sem a autorização dos pais. Atualmente, as mulheres podem se casar a partir dos 16 anos e os homens a partir dos 18, mas é exigido o consentimento dos pais até os 20 anos.

Maioridade no Japão será reduzida para 18 anos

Lei será alterada depois de 140 anos (Foto: Reprodução TV – NHK)

 

Os maiores de 18 anos também poderão solicitar um cartão de crédito ou fazer um empréstimo sem a permissão dos responsáveis.

 

Lei juvenil

A idade legal para a idade adulta está sendo reduzida pela primeira vez desde 1876. Com a mudança surgiram preocupações de que os jovens consumidores podem estar em maior risco de ter problemas financeiros.

Por isso, algumas regras serão mantidas. Os jovens com menos de 20 anos ainda serão proibidos de beber, fumar ou participar de qualquer uma das quatro formas legalmente permitidas de jogos de azar no Japão, incluindo corridas de cavalos e de bicicleta.

 

Maioridade no Japão será reduzida para 18 anos

Com 18 anos, jovens poderão se casar sem autorização dos pais (Foto: Reprodução TV – NHK)

 

Separadamente, a lei juvenil alterada também entrará em vigor em 1º de abril.

Os jovens de 18 e 19 anos continuarão a ser protegidos por essa lei. Mas eles serão tratados de forma diferente dos menores de 17 anos em algumas partes do processo legal.

 

 

Fonte: NHK

Alexandre Ezaki, do site Gaijin News (www.gaijinnews.com)