Muitas pessoas sonhan em morar e trabalhar na Big Apple, ou em Tóquio. Nossa convidada já fez isso, carreira iniciada no mercado financeiro em São Paulo, depois Nova Iorque e hoje no Japão.
Com passagens por grandes bancos, consultorias de IPO, M&A e abertura de novos mercados, Tereza nos deu uma aula sobre os desafios de uma oferta pública de ações, sobre o mercado japonês e o desapego de viver uma vida leve, do outro lado do mundo.
O outro lado do mundo da cidade que considera a melhor do mundo.
Você sabe como guardar os dados da sua empresa? E dentro desses dados, sabe quais os mais inportantes, que vai usar com frequência?
Neste episódio, trouxemos um especialista em Market Data, ou dados de mercado. Conversamos sobre a importância do CDO (Chief Data Officer), as diferenças de cultura empresarial (Ocidental/Oriental) e como planejar a estruturação dos dados e consulta posterior.
Aprendemos também sobre a importância de acompanhar as mudanças no mercado e como o ESG (Environment/Social/Governance) gera oportunidades no mercado.
Carlos nos deu dicas valiosas que vão além da parte técnica, falou até sobre a melhor pizza da Ásia num local de Tóquio com estrela Michelin. E a importância de manter um hobby e buscar conexões (networking).
Para entrar em contato com o Carlos A. F. Brefe https://linktr.ee/brefe
Nos últimos anos, o Japão tem atraído milhares de turistas que buscam vivenciar de perto a cultura e a realidade por trás dos animes e games.
Além destes consumidores que as vezes voltam, há um grupo que deseja mais, buscam se aprofundar na cultura milenar e construir algo a partir das experiências in loco.
Neste episódio, conversamos com um destes “builders”, que já morou em 10 países, cuidou da comunicação de marcas globais e desenvolveu um método Sprint com resultados positivos para 150 campanhas.
Andre Matarazzo é a anergia em pessoa, e consegue traduzir o significado do branding com muita sabedoria. Através deste conhecimento acumulado como Diretor de Arte , Diretor de Criação, comunicador e empreendedor, lançou sua marca @janpujapan em apenas 1 semana.
Descubra como a inteligência artificial e o Japão foram ingredientes para essa criação e compre via
Neste episódio de número #30, conversamos com a Patrícia Nagata,
Vice Presidente de Inteligência de Negócios no AAM Institute (Advanced Air Mobility Institute) e
Gerente Senior de Estratégia Corporativa da Woven by Toyota (braço de inovação da Toyota).
Patrícia nos conta sobre como descobriu sua missão ao visitar a terra dos seus ancestrais. Mas não foi um caminho fácil, ela deixou para trás um dos projetos mais inovadores da indústria aeronáutica brasileira.
O que pesou para a tomada de decisão foi o futuro das filhas, planejado para enriquecer o aprendizado e a adaptação e convivência com a diversifade global.
Mesmo que Patrícia tenha convivido com a comunidade Nikkei no Brasil, mudar para o Japão não foi um processo simples, mas o aprendizado “in loco” trouxe mais sabedoria para entender melhor a cultura e as raízes.
Patrícia e o marido são engenheiros com mais de 20 anos de experiência na indústria aeronáutica e ela acredita que podem contribuir para o crescimento do Japão. Em especial no setor de mobilidade e “carros voadores”, que ela explica melhor o que são.
São mais de 211 mil brasileiros no Japão e desde 1990 a maioria chegou para trabalhar em fábricas. Enfrentaram todas as dificuldades da saudade familiar e cultura alimentar. Hoje não temos mais saudade das comidas, e é menos complexo viajar com toda a família.
O Japão tem oportunidades incríveis para empreendedores e intraempreendedores como a Patrícia e sua família. A infraestrutura japonesa e o comércio brasileiro nos permitem viver bem aqui.
Essas histórias nos dão energia para buscar nossa missão, com resiliência japonesa e criatividade brasileira.
Ajude-nos a divulgar esse episódio e ouça os anteriores.
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Internação: ¥50.000 por hospitalização
Diária de internação: ¥10.000/dia (primeiros 30 dias) e ¥5.000/dia (do 31º ao 60º dia)
Cobertura para Cirurgias, Fraturas e Queimaduras
Medicina Avançada: Tratamentos não cobertos por seguros públicos
Simulação de Cobertura (Criança de 9 anos)
Exemplo: Fratura em um jogo de futebol
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Retornos médicos: ¥5.000 – ¥10.000 por retorno pós-cirurgia
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Há dias em nossas rotinas que nos sentimos inseguros, apreensivos, duvidosos, ansiosos, preocupados para lidar com algumas decisões (sejam positivas ou negativas), não é mesmo? E esse tipo de sentimento pode estar possivelmente relacionado com o medo de errar; por exemplo, uma pessoa que sente medo de fazer algo, pode acreditar que as chances de dar errado são maiores do que de dar certo. Nesse sentido, as pessoas podem sentir algumas emoções e sentimentos que podem ser nocivos, como o medo e a culpa. Neste texto, falaremos então sobre a relação dessa emoção e sentimento.
Bom, antes de entendermos mais sobre esses dois conceitos, é importante primeiro definirmos o significado e função das emoções e sentimentos. A emoção pode ser definida comouma resposta (reação) imediata a um estímulo, não é necessariamente algo complexo e premeditado. Dependendo da situação ou contexto, não é necessário racionalizar a emoção, a pessoa simplesmente a vivencia, podendo ser uma sensação agradável ou desagradável. Já os sentimentos são informações que as pessoas são capazes de sentir e processar em diferentes contextos, envolvendo o processamento cognitivo, de percepção e avaliação da situação. Tanto a emoção quanto os sentimentos têm a função adaptativa para qualquer pessoa. Basicamente, a ideia é que eles sejam facilitadores para que o indivíduo consiga lidar com determinada situação.
Feita essa breve explicação, existem emoções e sentimentos que podem ser nocivos para as pessoas por conta das suas consequências; por exemplo, o medo e a culpa. Como nossas emoções e sentimentos estão relacionados com a história de vida e experiências passadas, pode acontecer de a pessoa ter algum tipo de dificuldade em identificar e até mesmo lidar com algo. O medo está relacionado inerentemente relacionado a uma resposta diante de uma situação de possível perigo, seja físico ou psicológico. Mas e quando a situação não envolve um perigo iminente? Trocar o corte de cabelo, conhecer pessoas novas, começar a estudar algo novo, por exemplo, são situações que não colocam as pessoas em risco, mas as pessoas podem sentir medo.
Dentro da psicologia podemos “dividir” essa emoção em dois tipos: o primeiro está relacionado aos medos reais, (catástrofes naturais, situações de risco, etc.) que nos protegem de possíveis perigos; e o segundo, está relacionado aos medos irreais que são criados pela mente das pessoas, influenciando diretamente na vida da pessoa, impedindo de fazer algo como o ato de evitar uma determinada situação.
O medo pode também estar relacionado ao erro, aquele famoso pensamento “e se der errado” (aposto que você já deve ter pensando pelo menos uma vez), ou impedindo a pessoa de tomar alguma decisão ou se expor a alguma situação. Além disso, ele pode estar relacionado a outro sentimento: a ansiedade. Algumas pessoas relatam que quando deixam de fazer algo, como consequência, acabam se sentindo culpadas. E esse sentimento, mesmo sendo nocivo para as pessoas, pode moldar o nosso comportamento.
Quem nunca se sentiu culpado por alguma coisa que fez, ou deixou de fazer? Pode ser por situações complexas, como o luto (ter a ideia de que poderia ter feito algo a mais), ou algo simples como furar a dieta (comendo algum alimento gorduroso), aplicar determinadas mentiras para evitar alguma situação, deixar de estudar para curtir com amigos, ou até mesmo não aceitando a própria situação ou características. O ponto principal desse sentimento é que está relacionado a quando avaliamos e reprovamos nossas ações.
Todos nós já nos sentimos culpados por algo, em algum momento da vida. Apesar de ser um sentimento negativo, a culpa pode auxiliar a regular nossos comportamentos quando experienciada de maneira proporcional ao contexto, contribuindo diretamente para a nossa evolução pessoal. A grande questão é quando a culpa é experimentada de forma disfuncional (intensamente ou o oposto, a falta dela), desencadeando pensamentos negativos e/ou autodepreciativos, que, como consequência, controla nossos comportamentos e nossas relações sociais. Por isso, é importante saber identificá-la (sua autocobrança pode levar a transtornos psicológicos). A culpa pode em sua essência pode estar relacionada a transtornos psicológicos como ansiedade e depressão, por exemplo.
A psicologia tem estudado essa temática, e algo que foi constatado é que a psicoterapia é extremamente eficaz e demonstra ótimos resultados, pois o(a) psicólogo(a) ajuda o indivíduo a desenvolver estratégias de manejo de situações diferentes. Caso você tenha alguma dúvida, dificuldade ou necessite de orientação, procure a equipe de psicólogos do Projeto Sakura.
Autor: Gabriel Goldstein Barros CRP: 08/28170. |Psicólogo do Projeto Sakura
Quando pensamos no Japão, logo vem à mente sua rica cultura, tecnologia de ponta e um estilo de vida que equilibra tradição e modernidade. Mas, o que nem todos sabem é que os japoneses têm hobbies incríveis que podem ser adaptados para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo. Além de relaxar, esses hobbies também trazem uma boa dose de diversão.
Ikebana – A arte de arranjar flores
A Ikebana vai além de criar arranjos florais; é uma filosofia. Os japoneses valorizam a simplicidade, a harmonia e o equilíbrio na composição de flores e galhos. Cada detalhe importa: o ângulo da flor, o espaço vazio entre os elementos e até mesmo o vaso utilizado.
Adotar a Ikebana como hobby é trazer para sua vida o conceito de estar presente no momento. E, claro, quem não gosta de deixar a casa mais bonita com arranjos florais cheios de significado?
Por que começar?
É uma terapia criativa para acalmar a mente.
Você aprende a enxergar beleza nos pequenos detalhes da natureza.
Deixa qualquer ambiente mais acolhedor e elegante.
Arte japonesa Ikebana
Origami – Transformando papel em arte
O Origami, a tradicional arte de dobrar papel, é talvez um dos hobbies japoneses mais conhecidos no mundo. Com apenas um pedaço de papel, você pode criar desde animais e flores até formas mais complexas como caixas e estrelas.
É um hobby excelente para quem busca relaxar e exercitar a paciência. E o melhor: você só precisa de papel e tutoriais (existem milhares na internet!) para começar. Além disso, o Origami é ótimo para fazer com amigos, familiares ou até mesmo sozinho.
Por que começar?
Estimula a criatividade e a habilidade de resolução de problemas.
Ajuda a reduzir o estresse enquanto você se concentra nas dobras.
Origami arte japonesa
Chanoyu – A cerimônia do chá
A cerimônia do chá japonesa, conhecida como Chanoyu ou Sado é um ritual que envolve preparação, apresentação e apreciação de cada etapa. Embora a cerimônia completa seja bastante detalhada e simbólica, você pode adaptar esse hobby para a sua rotina e criar seu próprio momento de conexão.
Que tal reservar um tempo na sua semana para preparar e saborear uma xícara de chá com calma? Escolha um bom chá verde ou matcha, coloque uma música tranquila e transforme um simples ato em um ritual de autocuidado.
Por que começar?
Estimula a prática da atenção plena.
Promove relaxamento e bem-estar.
Seja com o pincel do Shodō, as flores da Ikebana, o papel do Origami ou o chá do Chanoyu, você certamente encontrará uma forma de se desconectar do estresse diário e se conectar consigo mesmo.
Então, que tal experimentar um desses hobbies? Além de relaxar, você ainda leva um pouco da filosofia japonesa para a sua vida.
O Japão é um país onde as tradições são muito valorizadas, especialmente quando se trata de celebrações de Ano Novo. Entre as práticas mais reverenciadas está o Hatsuhinode (初日の出), o primeiro nascer do sol do ano, que carrega um profundo significado espiritual e cultural. Essa experiência única mistura beleza natural, simbolismo e esperança, criando uma maneira especial de começar um novo ciclo. Quer saber mais sobre essa tradição e descobrir os melhores lugares para vivenciá-la? Vem comigo nesta leitura!
O Que é o Hatsuhinode?
O Hatsuhinode é o ato de contemplar o primeiro nascer do sol do ano, um momento carregado de significado espiritual no Japão. Para os japoneses, o nascer do sol simboliza renovação, prosperidade e boa sorte. Durante esse instante mágico, muitas pessoas acreditam que é possível fazer seus pedidos e orações para o ano que está começando, agradecendo pelo ciclo que passou e desejando saúde, felicidade e sucesso no novo período.
Essa tradição tem raízes xintoístas, onde o sol é reverenciado como uma divindade, simbolizada pela deusa Amaterasu, um dos pilares da mitologia japonesa. Assim, observar o primeiro nascer do sol é quase como uma forma de conexão divina, um gesto de respeito e gratidão ao universo.
Como o Hatsuhinode é celebrado?
Celebrar o Hatsuhinode é algo simples, mas extremamente simbólico. Na virada do ano, muitos japoneses acordam bem cedo (ou passam a madrugada acordados) para buscar o melhor local para apreciar o espetáculo do sol surgindo no horizonte. Famílias, amigos e até mesmo turistas se reúnem em pontos estratégicos, como praias, montanhas, parques e até telhados de prédios.
Muitas vezes, as pessoas levam consigo amuletos comprados em templos e santuários, como o omamori (para proteção) e o daruma (boneco dos desejos), que ganham ainda mais significado ao serem abençoados durante o Hatsuhinode. Além disso, os templos costumam estar repletos de visitantes que fazem sua hatsumode (primeira visita ao templo do ano) logo após o nascer do sol, criando uma atmosfera de celebração e gratidão.
Boneco Daruma San
Os melhores lugares para assistir o Hatsuhinode no Japão
O Japão é repleto de paisagens deslumbrantes, e escolher um bom lugar para apreciar o Hatsuhinode pode transformar o momento em algo inesquecível. Aqui estão alguns dos lugares mais incríveis para vivenciar essa tradição:
Monte Fuji (Shizuoka/Yamanashi)
O Monte Fuji, símbolo do Japão, é um dos lugares mais procurados para o Hatsuhinode. Seja do próprio topo ou das margens do Lago Kawaguchi, a vista do sol iluminando a majestosa montanha nevada é simplesmente de tirar o fôlego.
Vista de por-do-sol no Monte Fuji, Shizuoka
Praia de Inubosaki (Chiba)
Localizada na província de Chiba, a Praia de Inubosaki é um dos pontos do Japão onde o sol nasce mais cedo. A combinação do mar calmo e do céu tingido de dourado cria uma paisagem mágica.
Santuário Meiji Jingu (Tóquio)
Para quem está em Tóquio, o Santuário Meiji Jingu é uma opção acessível e cheia de espiritualidade. Muitos visitantes combinam o Hatsuhinode com a primeira visita ao templo, em um ambiente de paz e conexão.
Ilha de Itsukushima (Hiroshima)
Famosa pelo icônico portão torii flutuante, a Ilha de Itsukushima é outro destino incrível para o Hatsuhinode. O nascer do sol refletindo no mar e no torii cria um cenário inesquecível.
Monte Takao (Tóquio)
Para quem gosta de caminhadas, o Monte Takao é uma ótima escolha. A trilha é tranquila, e do topo você pode observar o nascer do sol com uma vista panorâmica incrível de Tóquio.
Itsukushima Island or Miyajima, Hiroshima, Japão
Monte Rokko (Hyogo)
Próximo a Kobe, o Monte Rokko oferece uma vista espetacular do nascer do sol sobre a cidade e o mar de Osaka. Um lugar perfeito para quem gosta de montanhas.
Dicas para Aproveitar o Hatsuhinode
Planeje com Antecedência: Verifique o horário exato do nascer do sol na sua região e escolha um local com boa visibilidade. Lugares populares podem ficar lotados, então chegue cedo.
Vista-se Apropriadamente: Lembre-se que o inverno japonês pode ser rigoroso. Use roupas quentes, leve cobertores e, se possível, um bom chá quente em um flask.
Leve uma Câmera: O Hatsuhinode é um momento lindo, e vale a pena registrar a experiência com fotos ou vídeos.
Prepare-se para Refletir: Esse é um momento de introspecção e esperança. Aproveite para pensar nos seus objetivos para o ano que está começando.
Por que o Hatsuhinode é tão especial?
O Hatsuhinode é mais do que apenas contemplar o nascer do sol. Ele simboliza a renovação e a esperança de um novo começo. É um momento em que os japoneses, conhecidos por sua conexão com a natureza e suas tradições, expressam gratidão pelo passado e otimismo pelo futuro.
Participar dessa tradição é como fazer parte de algo maior, uma conexão com a cultura japonesa e com a própria natureza. E, se você está no Japão durante o Ano Novo, não deixe de vivenciar essa experiência que, com certeza, vai aquecer o coração mesmo no frio do inverno.
Seja você um visitante curioso ou um residente buscando se reconectar com a tradição, o Hatsuhinode é um convite para começar o ano com os dois pés no presente, olhando para o futuro com esperança e gratidão. Afinal, nada como um novo amanhecer para nos lembrar de que todos os dias são oportunidades para recomeçar.
O ano de 2025 será regido pela Serpente no Horóscopo Chinês, marcando um período de sabedoria, introspecção e transformação. Este ciclo começa em 29 de janeiro de 2025, com o Ano Novo Lunar, e vai até 16 de fevereiro de 2026. A influência do signo da Serpente, combinado com o elemento Madeira, promete reflexões profundas e oportunidades de crescimento.
A Serpente no Horóscopo Chinês
A Serpente ocupa o sexto lugar entre os 12 signos do zodíaco chinês. Associada à inteligência, charme, e estratégia, é considerada uma figura enigmática e intuitiva. As pessoas nascidas sob este signo, em anos como 2013, 2001, 1989 e 1977, tendem a ser pensadoras críticas, reservadas e persistentes em alcançar seus objetivos.
Em 2025, o elemento Madeira acrescenta características como criatividade e busca por equilíbrio, incentivando a exploração de novos horizontes e a construção de bases sólidas para o futuro.
O que esperar em 2025?
Carreira: Um ano para resolver problemas complexos e tomar decisões estratégicas. Profissões que exijam criatividade e análise profunda estarão em alta.
Relacionamentos: A Serpente valoriza conexões genuínas e a construção de confiança mútua. É um bom momento para aprofundar laços importantes.
Autoconhecimento: A energia da Madeira favorece o crescimento interior e a resiliência diante de mudanças, tornando este um ano ideal para novos projetos pessoais e profissionais.
Sorte e Compatibilidade
Números da sorte: 2, 8 e 9
Cores favoráveis: vermelho, preto e amarelo
Compatibilidade amorosa: melhores parcerias com o Boi e o Galo, enquanto desafios podem surgir com o Tigre e o Porco.
Uma era de transformação
2025 será um ano para se reinventar e explorar novas possibilidades. Com paciência e estratégia, a energia da Serpente pode abrir caminhos surpreendentes e recompensadores.
Conheça Gujo-Hachiman uma pequena cidade oculta nas montanhas de maneira única, inesquecível e acessível
Gujo-Hachiman é uma pequena cidade situada na prefeitura de Gifu, bem no meio do Japão. O que torna esta cidade única não é apenas seu mistério e cenários bonitos, mas um castelo em uma encosta íngreme com uma vista deslumbrante, uma “cidade antiga” (古い 町 並 み) que oferece uma caminhada pacífica, um rio prístino que atravessa a cidade e suas réplicas perfeitas pelas quais a cidade é exclusivamente conhecida.
Acesso: Primeiramente é necessário chegar à estação Mino-Ota (美濃太 田).
Caminho por Nagoya (Vindo de Tóquio ou Quioto/Osaka, você terá que passar por Nagoya), pegue a linha JR Chuo (中央線) para Tajimi (多治見), depois faça a transferência de Tajimi para a linha Ota (太田 線). O trajeto levará em torno de 1 hora e 10 minutos.
Caminho de primeira classe saindo de Nagoya: Pegue o trem expresso Hida “Wide-view”. Não é necessária transferência. Leva em torno de 40 minutos.
Se você já estiver em Gifu ou sabe chegar à Gifu, pegue a linha Takayama. (高山本 線). Leva em torno de 33 minutos.
Em Mino-Ota, transfira para a ferrovia de Nagara-Gawa (長良 川 鉄 道) que leva à estação de Gujo-Hachiman. Leva em torno de 83 minutos. *¥1320.
Pegue o ônibus comunitário “mame-bus” (郡上 八 コ ミ ュ ニ テ ィ バ ス 「ま め バ ス」) por 10-15 minutos para Jouka-machi Plaza (城下町 プ ラ ザ).
Estação para Plaza: pegue o: 15 VERMELHO ou 45 ônibus azul
Plaza para a estação: pegue o 00 VERMELHO ou 34 ônibus azul
Os ônibus funcionam das 8h às 17h, mas terminam uma hora antes durante o inverno (de outubro a maio) e aos domingos/feriados. Os ônibus também começam uma hora depois aos domingos/feriados.
Mapa do tráfego na área está disponível no link: http://www.city.gujo.gifu.jp/english/traffic_information/
Sim, a viagem levará algum tempo, mas você terá a oportunidade de se deslumbrar com ótimas vistas ao longo do caminho, por isso não esquente, sente-se e aproveite o passeio.
Andando pela cidade: A parte divertida de Gujo-Hachiman está no passeio. Existem inúmeras lojas interessantes e muitas coisas a serem vistas, uma delas é o rio Yoshida (吉田川) de águas claras. Ela juntamente ao rio Nagara são responsáveis pelo apelido “cidade d’agua”.
O passeio pela cidade pode levar algo em torno de duas horas, dependendo de quanto tempo você navega pelas lojas, excluindo as paradas para as refeições. As casas de Yanagimachi mantêm um semblante distinto de uma antiga aldeia de samurais e distinguem-se pela parede alada que separa uma casa de outra. Os visitantes podem ter uma idéia do estilo de vida local, cuja essência permaneceu inalterada desde o período Edo.
Réplicas: A cereja no topo do bolo para os visitantes de Gujo-Hachiman é amostra de alimentos/réplicas (食品サ ン プ ル). Se você não esteve no Japão, talvez você não saiba o que é. As amostras de alimentos em lojas e restaurantes, são réplicas super realistas de pratos de comida reais, que você pode encontrar geralmente exibido na frente dos estabelecimentos no Japão para atrair clientes. O detalhe e o artesanato que os envolve são surpreendentes. E claro, eles fazem lembranças perfeitas, como chaveiros, ímãs ou simplesmente decorações simples para você levar como recordação da sua visita.
Castelo Gujo Hachiman: Gujo Hachiman é o lar de um belo castelo feudal que fica em uma colina com vista para o vale e para a cidade. O castelo original foi construído em 1559. A estrutura original foi derrubada durante a Restauração Meiji em 1870 e foi reconstruída de madeira em 1933, tornando Gujo Hachiman, o castelo de madeira reconstruído mais antigo do Japão. Uma curta caminhada até o castelo dá aos visitantes uma vista espetacular da cidade e do vale circundante. Um lugar agradável e calmo para se sentar e relaxar.
O castelo de Gujo Hachiman também está cercado por árvores de bordo, o que faz do outono a melhor temporada para visitar. O festival anual das folha de bordo de outono (Momiji Matsuri) é realizado em novembro e inclui cerimônias do chá e demonstrações de koto em um cenário colorido com vista para a cidade. Em Gujo Hachiman, você pode sentir uma autêntica atmosfera do modo de vida tradicional japonês em uma escala muito humana. As pessoas que se cruzam na rua ainda se cumprimentam com pequenos gestos e saudações do passado. Oferecendo aos visitantes uma rara oportunidade de ver e fazer parte de um estilo de vida tradicional que mudou pouco ao longo de muitos anos.