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O caminho do coração

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O caminho do coração

Existe no coração de cada ser humano uma tocha de luz. Um fogo ativador que estimula o amor e a alegria. São poderes naturais que nos fazem mais humanos, mais bondosos e que nos levam a sentir que pertencemos a algo maior do que nós.

Mas por qual motivo deixamos de acessar essa força? Por que esquecemos que dentro do nosso coração estão todas as chaves para a felicidade?

Talvez seja porque simplesmente não olhamos para dentro. No fundo, sentimos medo desse mergulho, medo do vazio. Esquecemos que é do vazio que nascem todas as possibilidades. Toda potencialidade emerge desse espaço e desse silêncio.

O silenciar das palavras induz a uma reconexão com o ser interno e nos leva a fazer uma avaliação das prioridades da vida. Dando essencial valor ao que não deve ser deixado de lado, passamos a caminhar com propósito e segurança.

Entretanto, estamos sempre buscando fora de nós por respostas. Corremos desesperadamente tentando encontrar o sentido apenas nas coisas do mundo, na sabedoria alheia, no prazer desmedido, nas posses e exageros.

Por que razão acudimos de um lado a outro na tentativa de aplacar as nossas angústias íntimas, sem nos perguntar que mensagem nos trazem e o que desejam de nós?

A alegria verdadeira se encontra guardada no tesouro do nosso coração. Quem se atreve a mergulhar? Quem se atreve a fechar os olhos e se aquietar para escutar a voz da própria alma?

O mergulho não precisa ser solitário, pois temos na terapia um enorme apoio para falar e entender os anseios que surgem de nossas reflexões.

O autoconhecimento é como uma luz que adentra nossa consciência, revelando os recursos e potenciais que já dispomos para viver de forma mais plena e feliz!

 

Psicóloga
Alessandra Hartveld
CRP- 05/ 22269
Psicóloga do Projeto Sakura.

Projeto Sakura – Atendimento psicológico no Japão

www.projetosakura.com.br

 

QUESTIONAMENTOS PARA QUEM ESTÁ CONSIDERANDO SE MUDAR PARA O JAPÃO 

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Mudei-me para o Japão recentemente com a vontade de me abrir a uma nova experiência, a um novo aprendizado. Já estive no Japão algumas vezes, mas agora, estou com outra visão.
Percebi o quanto os brasileiros que estão no Japão trazem consigo um pedaço do Brasil e o quanto se esforçam para se adaptar à cultura japonesa. Alguns gostam mais do Brasil, outros, mais do Japão. Percebo que alguns fatores são importantes para uma boa vivência e adaptação. São questionamentos muito particulares para cada pessoa ou família, mas que são necessários para uma boa adaptação. Eles são:

  1. Por que as pessoas envolvidas querem sair da situação que se encontram para vir para outro país? Além do questionamento dos motivos emocionais que levaram a tomarem essa decisão (muitos estão tentando resolver problemas, mas, muitas vezes, criam outros problemas maiores).
  2. O objetivo de vir para o Japão: objetivos individuais, do casal e da família.
  3. O planejamento: quem virá, escolha da cidade, escola para filhos, possibilidades de trabalhos, redes de apoio, qual a melhor época para vir. Esse é um questionamento que engloba: de que forma suas decisões impactarão na educação (formal e social) de seus filhos, como vocês lidarão com o relacionamento conjugal estando em outro país, enfim, várias questões que vão além do dinheiro que ganharão em outro país.
  4. O preparo para cada etapa como documentação, adaptação à moradia, trabalho, aos costumes e aos conflitos que haverá inevitavelmente.
  5. E ter, claro, a meta, o foco e até onde cada um pode ir emocionalmente, sem criar conflitos internos de valores, preservando a saúde mental. Nesse item, podemos pensar sobre mudanças de metas – Muitas vezes, a meta era ficar 2 anos para conseguir algo no Brasil, mas as pessoas vão ficando e ficando, e a meta muda, mas não fica claro para as pessoas envolvidas, e, sem perceberem, se perdem nas metas e isso pode gerar conflitos.

Tenho refletido muito sobre a saúde mental, sobre como estamos resolvendo nossos problemas e o quanto conseguimos enxergar estando inundados de dúvidas e em descompasso com nossos parceiros de vida (esposo(a), filhos(as), pai, mãe, irmãos).

Por conta disso, a psicoterapia é um momento de parada para reflexão, identificação de si, do outro e do mundo, para um melhor direcionamento nas escolhas e metas de forma orgânica e dinâmica.

    LEILA HARU OKUDA MARCHEZEPE

    CRP: 06/36663.

    Psicóloga do Projeto Sakura

    SERVIÇOS CONSULARES: PROCURAÇÕES


    Um dos serviços mais requisitados ao Consulado é a procuração, documento pelo qual uma pessoa (chamada “outorgante”) transfere poderes a outra (chamada “outorgado”) para, em nome daquela, praticar determinados atos como assinar contratos, receber e retirar documentos ou representar perante órgãos públicos, bancos e empresas privadas. Esta transferência de poderes é chamada de “mandato”, e a procuração é o instrumento que o formaliza.


    Todos os atos lícitos, tendo como principais exceções o testamento, o depoimento pessoal e a adoção, podem ser objeto de procuração. Casamento, hipoteca ou compra e venda de imóvel e, de modo geral, atos referentes à transferência de bens e direitos, no entanto, exigem procurações públicas, lavradas no Consulado ou em cartório no território brasileiro. Do contrário, o documento não será válido e não poderá produzir efeitos jurídicos.


    Para solicitar uma procuração pública, é preciso enviar pelo sistema e-Consular o texto dos poderes e um documento de identificação do outorgante, como o passaporte válido ou carteira de identidade recente, além de informar o número do CPF – que é obrigatório para todo cidadão brasileiro e fundamental para a prestação de serviços consulares. Em alguns casos específicos, é necessário apresentar documentação adicional.

    Depois que o requerimento for validado no e-Consular, deve-se agendar atendimento e comparecer ao Consulado com a documentação original para conferência. A procuração é processada e impressa rapidamente no atendimento presencial. Não é possível obter procurações públicas pelos correios nem online.
    Quando o mandato público não é necessário, basta lavrar uma procuração particular, que é mais simples e barata.

    A documentação necessária é a mesma, mas, ao agendar o serviço no e-Consular, deve-se escolher a opção de reconhecimento de firma. No atendimento presencial, será necessário registrar a firma no Consulado, preenchendo cartão-autógrafo, e assinar a procuração diante do agente consular. Quem já tem firma registrada pode solicitar o reconhecimento de firma na procuração particular pelos correios.


    Cabem aqui duas observações importantes, que valem tanto para procurações públicas quanto para privadas. Primeiro, o Consulado só registra procurações para cidadãos brasileiros ou estrangeiros portadores de CRNM (antiga RNE) que não estejam fora do Brasil há mais de dois anos.

    Segundo, o texto com os poderes é sempre responsabilidade do outorgante. O Consulado disponibiliza, em seu site, modelos que podem ser usados, mas também recomenda que consulte previamente seu advogado e confirme o teor da procuração junto às autoridades pertinentes (cartório, INSS) e partes interessadas (comprador/vendedor, instituições bancárias) para evitar contratempos na produção do documento.


    Se o outorgante entender que o mandato não é mais de seu interesse, será possível revogar a procuração a qualquer momento. O procedimento é feito pelo e-Consular e requer envio de formulário, da procuração a ser revogada, documento de identificação e CPF. Também é preciso agendar atendimento e comparecer ao Consulado, não sendo possível revogar a procuração online nem pelos correios.


    Confira mais informações sobre procurações acessando nosso site: https://www.gov.br/mre/pt-br/consulado-toquio/servicos-consulares/procuracao

    Tanabata Matsuri – Origens, tradições e celebrações

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    O Tanabata Matsuri, ou Festival das Estrelas, é uma celebração tradicional japonesa que remonta a lendas milenares. Originário da fusão entre mitologia chinesa e tradições japonesas, este festival é marcado pela reunião anual das divindades Orihime e Hikoboshi, representadas pelas estrelas Vega e Altair.

    Segundo a tradição, Orihime, a princesa tecelã das estrelas, se apaixonou por Hikoboshi, um pastor. Encantados um pelo outro, eles negligenciaram suas responsabilidades divinas. Isso enfureceu o pai de Orihme, o deus Tentei, que os separou na Via Láctea.

    Tanabata

    Com o tempo, comovido pela tristeza de sua filha, Tentei permitiu que Orihime e Hikoboshi se encontrassem uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês lunar. Nesse dia, se as condições climáticas permitirem, é possível ver uma reunião simbólica das estrelas Vega e Altair no céu, simbolizando o reencontro anual dos amantes.

    A data, 7 de julho (no calendário lunar), é celebrada com enfeites coloridos de papel, conhecidos como tanzaku, onde os desejos são escritos e pendurados em bambus decorados. Esta prática simboliza a esperança de que os desejos se realizem ao longo do ano.

    Tradicionalmente, o Tanabata Matsuri é uma festa de união e renovação, onde comunidades se reúnem para dançar, comer iguarias como sōmen (macarrão frio) e apreciar os fogos de artifício que iluminam o céu noturno. É uma celebração que une o espiritual ao cultural, transmitindo valores de esperança, amor e renovação.

    Tanabata

    Ao longo dos séculos, o Tanabata Matsuri evoluiu, mantendo-se como uma das festividades mais amadas no Japão e, cada vez mais, sendo celebrada ao redor do mundo. Uma oportunidade única de mergulhar na rica cultura japonesa e nas suas tradições que resistem ao tempo.

    Enoura Observatory: uma ode ao tempo e ao mar

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    Estar antenado na arte contemporânea japonesa é tarefa difícil para quem está no Brasil. Não somente pelo fato do país estar fora dos grandes centros mundiais de exposição como também porque os japoneses são relativamente lentos em se projetar fora do circuito óbvio. Por isso o nome de Sugimoto Hiroshi [sobrenome – prenome] soa desconhecido até para amantes de arte. Destacado na fotografia e na arquitetura, este japonês de 72 anos é um dos nomes da mostra STARS: Six Contemporary Artists from Japan to the World que está em cartaz no Mori Art Museum, em Tóquio.
     
    Localizado a cerca de uma hora e meia da capital japonesa, o Enoura Observatory pode ser considerado uma declaração da obra e do pensamento de Sugimoto Hiroshi. Construído numa falésia banhada pelas águas da Baía de Sagami, o espaço é uma espécie de reverência ao tempo. Sugimoto se apropriou de técnicas de construção antigas para construir o museu a céu aberto, no qual as obras são as próprias edificações.
     
    Além disso, o arquiteto-artista se apropriou de materiais e ruínas de outras construções para ressignificá-las no espaço do observatório. O portal Meigetsu, por exemplo, fica logo na entrada e é datado do Período Muromachi (1338-1573). Já a casa de chá Uchoten recebeu telhas de ferro corrugado de um antigo armazém da região. Construído em homenagem ao mestre Rikyu criador de vários projetos de casas de chá no Japão feudal —, o espaço ganhou um nome formado pelos caracteres para “chuva”, “audição” e “céu”. Quando a chuva cai, pode ser ouvido o som das gotas batendo no telhado. “Se o Rikyu estivesse vivo, algo me diz que um pedaço enferrujado de ferro corrugado seria exatamente o tipo de material que ele usaria”, conta Sugimoto no site que apresenta o projeto.
     
    Aliás, a interação com elementos da natureza não para ali. Todo o espaço foi pensando para dialogar com a paisagem, em especial a posição do sol em épocas significativas do ano, como os solstícios e equinócios. No Light Well, um poço é construído no final de um apertado túnel através do qual a luz do sol chega. No solstício de inverno, o dia mais curto do ano, o sol forma um diamante na entrada do túnel que dá para o mar.
     
    Mas não é preciso estar no local num dia especial para entender a proposta do espaço. O anfiteatro romano, construído em conjunto com um tablado de madeira no estilo de pilares suspensos kakezukuri, o sol é a estrela a ser observada. Já o Stone Stage é um espaço aberto feito de pedras e que faz uma referência à lenda que conta que a deusa do sol, Amaterasu, devolve a luz ao mundo ao ser seduzida por uma dança que a retira de seu esconderijo dentro de uma caverna. Com as dimensões de um palco de nô, o espaço é outra reverência à natureza e aos ciclos.
     
    Além das construções, fotografias do artista podem ser vistas numa estreita galeria de 100 metros de comprimento, com as obras expostas na parede construída em pedra de oya, uma espécie de rocha ígnea de fácil modelação e muito usada em artesanato e construção. Oposta às obras, uma parede de vidro completa um diálogo, inevitável ao falarmos de Japão, entre passado e presente. Apresentadas na galeria, fotografias da série Seascapes, em que mar e céu são retratados, chegam a ser uma pitada de ironia com a paisagem vista do lado de fora e com a arte de um modo geral. Porque não é possível chegar a outra conclusão no Enoura Observatory: a gente só precisa olhar para o mar para ver toda a obra que é o planeta em que vivemos.
     

    Serviço

    ENOURA OBSERVATORY (江之浦測候所)
    espaço de arte
    Kanagawa-ken Odawara-shi Enoura 362-1

    Reserva de tickets 3,300 yen para admissões de manhã e tarde
    2,200 yen para admissão à noite

    Tickets na Hora
    3,850 yen para admissões de manhã e tarde
    2,750 yen para admissão à noite

    A venda de ingressos na hora é limitada e depende da quantidade de ingressos reservados para cada horário de admissão. Se os ingressos reservados atingirem o limite estabelecido, nenhum ingresso na hora será disponibilizado.

    O local é de difícil acesso por transporte público. No ato da compra da entrada, é possível reservar o serviço de transporte gratuito do local. Informações no site.
    Este texto foi publicado anteriormente no site Direto do Japão. Reprodução autorizada pelo autor.

    POR QUÊ? ou PARA QUÊ?

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    Frases parecidas com significados diferentes. Somos doutrinados desde criança a justificar nossas atitudes, a encontrar os “porquês” de tudo. Por que fizemos errado? Por que fizemos certo? Por que não fizemos? Por que deveríamos ter feito?

    A pergunta por que, remete ao passado, como se fôssemos encontrar os motivos pelo que fizemos ou pelo que não fizemos, causando na maioria das vezes muitos conflitos. As pessoas que buscam justificativas para tudo, geralmente entram em um processo de autossabotagem, no triângulo de culpa (quem é o agressor?), vítima (quem foi injustiçado?) e super-herói (quem vai salvar?). Quantas pessoas você conhece que ficam sempre se vitimizando? Ou, por outro lado, aquelas que acham que sabem de tudo? Ou que querem ajudar os outros a todo momento?

    Quando nos perguntamos “para quê?” remetemos ao futuro buscando o que nos motiva a fazermos o que fazemos. Se você quer parar de se justificar e encontrar o real motivo das suas atitudes, basta trocar as perguntas de “por quê?” por “para quê?”. Veja os exemplos abaixo.

    Por que comprei? Para que comprei?

    Por que eu como carne? Para que eu como carne?

    Por que ir? Para que ir?

    O questionamento “para quê” pode ser usado em qualquer tempo verbal, buscando sempre a visão para o futuro.

    Todos os nossos comportamentos estão ligados a um motivador interno. Se você acha que se motiva com uma questão externa, preste atenção no ganho interno que você tem com isso. É esse ganho que te move! Isso é chamado de ganho secundário, o ganho que realmente temos, acima daquele que achamos ter. Parece complicado, mas é bem simples. Acompanhe este raciocínio.

    João está na dúvida se compra um celular novo ou se fica com o atual e se pergunta POR QUE deve comprar o celular novo?  As respostas prováveis serão do tipo, “porque tem uma câmera melhor”, “porque a diferença de preço é pequena”, “porque é mais rápido” etc. Agora, João se pergunta PARA QUÊ comprar um celular novo? As respostas prováveis serão “para utilizar no trabalho”, “para gravar vídeos em 4K”, para otimizar o fluxo de trabalho etc.

    Perceba que a única forma de João não justificar a compra do aparelho novo, mas identificar se ele é realmente necessário é se perguntando “PARA QUÊ?”.

    Quando encontramos os motivos pelo que fazemos ou pelo que não fazemos as coisas tudo se torna mais claro. Saímos do mundo de ilusão onde buscamos suprir uma coisa pela outra e vamos para o mundo real identificando o que é necessário para sermos prósperos e felizes. A prosperidade está nos questionamentos do que é e não o que eu quero que seja.

    E você? Faz os ajustes da vida real ou está vivendo no mundo da ilusão?

    Você se considera um dependente afetivo?

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    Você é um tipo de pessoa que acha que precisa de outras pessoas para viver, para resolver problemas, para ser feliz? Ou você considera que para existir precisa “daquela pessoa” especial, e fica desesperado somente em pensar na possibilidade de perdê-la ou ser abandonado por ela?

    Muitas pessoas desenvolvem em sua vida adulta o que chamamos de dependência emocional ou afetiva. Tentam sem sucesso preencher o vazio interior com a presença de outra pessoa. Isso causa muita frustração, porque mesmo que se encontre uma pessoa que esteja completamente disponível e que faça tudo para ver a outra feliz, a mesma nunca será capaz de preencher todas as faltas e vazios do outro.

    Sempre existirão espaços e coisas que somente o próprio indivíduo pode preencher em si mesmo. Em geral, o dependente emocional apresenta uma angústia muito grande ao pensar na hipótese de ser abandonado, como se fosse invadido por uma sensação de que não sobreviveria à tristeza, e que não conseguiria seguir sua vida, recomeçar, pois ninguém seria suficiente para substituir tamanha falta.

    Essa sensação causa em geral ansiedade e desconforto, o que traz muito sofrimento a quem a sente. Na maioria das vezes, está ligada a experiências vividas na infância, onde houveram  perdas afetivas, faltas emocionais ou negligência, ou a situações que foram interpretadas pelo indivíduo como sendo assim.

    Caso você se identifique como um dependente emocional, é necessário reconhecer essa condição e a necessidade de vencê-la, pois isso te torna eternamente insatisfeito em qualquer relação, independentemente de com quem seja.
    Se você não sabe se enquadra-se no rol dos dependentes afetivos, busque sinais que te possam orientar. Por exemplo, você deixa de fazer coisas para estar todo o tempo disponível para o outro? Já deixou de lado amizades porque a outra pessoa pediu, ou para fazê-la feliz? Percebe que não tem atividades individuais, ou outros interesses?

    Perceba que nunca será responsabilidade do outro fazer você feliz, essa responsabilidade é somente nossa. Se depositamos essa missão em outra pessoa provavelmente nos decepcionaremos. Você consegue ser afetivamente feliz quando descobre e reconhece seu valor. Para isso, mude algumas atitudes. Faça atividades que deem prazer e que não sejam programadas em cima da rotina do outro, mas individualmente.

    Busque momentos de silêncio consigo mesmo, pois ficar em sua companhia em alguns momentos sem medo de que a outra pessoa deixe de te querer é muito saudável. Amor não se mede pela quantidade de tempo juntos! Busque o autoconhecimento para descobrir e curar o que te faz se relacionar dessa forma.
    Encare que necessita mudar a maneira de se relacionar, sem autojulgamento, mas sim focado em solucionar o problema.

    Psicóloga
    Kenya Lucia Ciola
    CRP 08/06155
    Psicóloga formada pela PUC-PR, Neuropsicóloga, realiza orientação
    aos pais e também atendimento em espanhol.
    Psicóloga do Projeto Sakura desde 2016.

    Em sua primeira edição, GUNMA BRAZILIAN DAY promete uma celebração e tanto a la brasileira 

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    O Gunma Brazilian Day está prestes a agitar a cidade de Ota nos dias 15 e 16 de junho de 2024! Considerado o maior festival brasileiro da Ásia, o evento promete dois dias de pura celebração, música, gastronomia e diversão para toda a família.

    Com uma comunidade brasileira unida e calorosa, Gunma foi escolhida como o local perfeito para sediar este evento único, que oferecerá entretenimento de primeira classe, apresentando performances musicais variadas, apresentações artísticas e uma variedade de atividades culturais que destacarão o melhor da cultura brasileira.

    O destaque do evento será o show especial do renomado cantor e compositor Saulo Fernandes, que promete uma apresentação eletrizante com participações especiais que certamente irão agitar a plateia.

    Além disso, os visitantes terão a oportunidade de se deliciar com uma seleção irresistível de comidas típicas brasileiras, que satisfarão até os paladares mais exigentes.

    O Gunma Brazilian Day 2024 também será uma plataforma para destacar o talento local, com apresentações de alunos das escolas brasileiras e grupos de dança do Brasil e do Japão, proporcionando uma experiência cultural verdadeiramente enriquecedora para todos os presentes.

    Esteja preparado para se envolver em uma atmosfera de celebração e diversão enquanto celebra a rica cultura brasileira durante o Gunma Brazilian Day 2024!

    Para mais informaçoes sobre o evento, acesse o site oficial em https://braziliandayjapan.com/

    Doação de sangue no Japão: tudo o que você precisa saber

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    Você já considerou doar sangue no Japão, mas ficou indeciso por não conhecer o processo? Afinal, será que você é elegível para doar? E como funciona o procedimento de doação de sangue no país? Este guia tem como objetivo esclarecer todas essas dúvidas e orientá-lo sobre como realizar essa nobre ação.

    Antes de tudo, é importante saber quem pode ou não doar sangue no Japão. Algumas restrições se aplicam a certos grupos de pessoas, como aqueles que passaram por tratamentos odontológicos recentes, recém-chegados do exterior ou pessoas que fizeram tatuagens nos últimos seis meses, entre outros. Além disso, existem critérios adicionais a serem considerados, como pressão arterial, frequência cardíaca e temperatura corporal.

    Tipos de Doação de Sangue

    No Japão, você pode optar por doar sangue integralmente ou apenas componentes específicos, como plaquetas ou plasma. A doação de sangue integral é um método no qual você doa todos os componentes do sangue, enquanto a doação de componentes permite doar apenas plaquetas ou plasma, o que é menos estressante para o corpo.

    O Processo de Doação de Sangue

    O procedimento de doação de sangue envolve etapas como:

    -Inscrição;

    Formulário de consentimento de doação de sangue;

    Questionário de saúde;

    -Verificação de saúde;

    -Teste de hemoglobina;

    -Doação de sangue propriamente dita;

    -Descanso pós-doação e obtenção do cartão de doação de sangue. Certifique-se de seguir todas as instruções fornecidas pela equipe médica para garantir uma doação segura e bem-sucedida.

    Locais de Doação de Sangue no Japão

    Há diversos locais disponíveis para a doação de sangue no Japão, incluindo centros de doação fixos e ônibus de doação móvel. Você pode encontrar o local mais próximo de você e os horários de funcionamento específicos por meio de uma lista disponível online.

    Você pode consultar os seguintes links para encontrar o centro de doação de sangue mais próximo e os horários específicos de funcionamento.

    Lista de centros de doação de sangue: https://www.jrc.or.jp/about/search/bloodroom/
    Lista de ônibus móveis de doação de sangue: https://www.jrc.or.jp/donation/bus/

    Esperamos que este guia tenha esclarecido suas dúvidas sobre a doação de sangue no Japão e encorajado você a considerar essa ação solidária. Lembre-se de descansar adequadamente antes e depois da doação para uma recuperação rápida. Sua contribuição pode salvar vidas e fazer uma diferença significativa na comunidade! Para informações mais detalhadas sobre o processo de doação de sangue no Japão, acesse o site oficial da Sociedade da Cruz Vermelha Japonesa.

    Conheça o MUSEU DIGITAL DE TÓQUIO, o primeiro museu de arte digital do mundo 

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    O Museu Digital de Tóquio, também conhecido como teamLab Borderless, é uma experiência imersiva e interativa que redefine os limites da arte digital. Criado pelo coletivo de arte teamLab, o museu é uma celebração da criatividade sem fronteiras, onde os visitantes são convidados a explorar, interagir e descobrir em um mundo contínuo e sem limites.

    Fonte: https://youinjapan.net/tokyo/odaiba/digital-art-museum.php

    Desde sua abertura em 2018, o teamLab Borderless tem causado sensação em Tóquio, oferecendo uma experiência de arte digital inovadora e radical. Com seu conjunto de obras pioneiras, o museu conquistou um recorde mundial do Guinness em 2021 como o museu mais visitado do mundo dedicado a um único grupo ou artista.

    Floresta Atlética
    Fonte: https://youinjapan.net/tokyo/odaiba/digital-art-museum.php

    O museu, uma parceria entre o Mori Museum e o coletivo teamLab, apresenta 50 instalações que desafiam os visitantes a tocar, interagir e se envolver com a arte de maneiras únicas e surpreendentes.

    Fonte: https://youinjapan.net/tokyo/odaiba/digital-art-museum.php

    Com uma área de 10.000 metros quadrados dividida em cinco seções distintas, o Museu Digital de Tóquio oferece uma jornada única e cativante. Os visitantes podem explorar o “Mundo Sem Fronteiras”, um reino interativo de paisagens geradas por computador; a “Floresta de Atletismo”, uma zona de simulações que convida os visitantes a se movimentarem; o “Parque do Futuro”, uma sala com um aquário digital; a “Floresta de Lâmpadas”, uma área repleta de luzes coloridas; e a “Casa de Chá”, onde os visitantes podem desfrutar de chás virtuais.

    Fonte: https://youinjapan.net/tokyo/odaiba/digital-art-museum.php

    No Museu Digital de Tóquio, não há mapas, descrições ou cartazes convencionais. Em vez disso, os visitantes são encorajados a explorar e interagir com as obras de arte de forma espontânea e intuitiva. Com tecnologia de mapeamento de projeção avançada, as obras de arte reagem ao movimento e ao toque, convidando os visitantes a experimentarem uma nova forma de expressão criativa.

    Fonte: https://youinjapan.net/tokyo/odaiba/digital-art-museum.php

    Para aqueles que buscam uma experiência única e inspiradora, o Museu Digital de Tóquio é uma visita obrigatória. Venha se perder em um mundo de arte sem limites e descubra uma nova maneira de ver e interagir com o mundo ao seu redor.

    Fonte: https://youinjapan.net/tokyo/odaiba/digital-art-museum.php

    Acesse o site oficial do teamLab para mais informações sobre ingressos, exposições e como chegar ao local do museu!

    Site oficial: https://www.teamlab.art/pt/e/tokyo/