Home Blog Page 13

Layoffs, Quiet quitting e Rage applying: Conheça novos termos no mercado de trabalho pós-pandemia

O mundo corporativo vem passando por mudanças significativas no período pós-pandemia. Com essas mudanças, surgem novos termos que descrevem tendências e comportamentos que antes não tinham um nome. Se você deseja se manter atualizado nas conversas à beira da máquina de café ou nos grupos de WhatsApp antes das reuniões, preparamos um pequeno dicionário corporativo para você.

via GIPHY

Rage Applying: Quando a frustração se transforma em ação

Os “rage appliers” são os parceiros silenciosos dos “quiet quitters”. Eles são os funcionários que, movidos pela frustração, começam a se candidatar a vagas de emprego.

O motivo? Insatisfação com o salário, uma carga de trabalho excessiva ou um ambiente de trabalho que não reconhece seu valor.

A tendência ganhou destaque nas redes sociais, especialmente no TikTok, principalmente entre os profissionais millenials e membros da Geração Z. É uma reação das pessoas que se sentem desvalorizadas em seus empregos e estão dispostas a fazer uma mudança.

Quiet Quitting: Uma revolta silenciosa

O termo “quiet quitting” se refere a uma atitude de resistência. É quando os profissionais limitam suas atividades ao que está estritamente definido em suas descrições de trabalho. Eles não aceitam tarefas adicionais além do que é exigido e fazem o mínimo necessário para concluir suas tarefas, mas fazem isso com excelência.

Essa tendência, que também ganhou notoriedade no TikTok, dá voz àqueles que estão insatisfeitos com a forma como são tratados por seus empregadores. Especialmente os membros da Geração Z, que não estão dispostos a sacrificar toda a sua vida em prol do trabalho, têm aderido a essa abordagem.

Layoffs: A realidade dolorosa

Os “layoffs” são, infelizmente, um termo que muitos conhecem. Isso acontece quando as empresas precisam reduzir sua força de trabalho, muitas vezes devido a desafios econômicos. Embora não seja um conceito novo, a pandemia de COVID-19 trouxe uma onda de layoff em muitos setores, forçando muitos profissionais a se adaptarem a essa situação difícil.

Mesmo após o período de pandemia, muitas empresas e profissionais vêm buscando ainda se reestruturar no mundo corporativo.

Esses termos, embora desafiadores, refletem a complexidade das experiências de trabalho pós-pandemia. À medida que o mercado de trabalho continua a evoluir, a adaptabilidade, o foco na saúde mental e a busca de oportunidades de carreira mais alinhadas com seus objetivos pessoais se tornam cruciais. Como profissional, estar ciente dessas tendências pode ajudá-lo a tomar decisões informadas em sua carreira.

Já conhecia algum destes termos? Se identificou em alguma situação?

Desastres naturais no Japão e medidas preventivas

 

A preparação e a reação a desastres naturais são de extrema importância para todos que se encontram no Japão, país exposto a terremotos, tsunamis, tufões e inundações. A experiência demonstra que, se adotadas algumas medidas preventivas básicas, os impactos negativos decorrentes dessas catástrofes podem ser significativamente reduzidos.

Vamos abordar resumidamente algumas dessas situações:

Terremotos e Tsunamis

Abalos sísmicos podem ocorrer a qualquer momento, e é importante que a comunidade esteja ciente de como se proteger durante esses eventos:

  1. Prepare um kit de emergência: tenha, em local de fácil acesso, um kit com itens essenciais, como água, alimentos não perecíveis, lanternas, roupas extras e medicamentos.
  2. Conheça as rotas de evacuação: conheça as rotas de evacuação em sua área e saiba como chegar a locais seguros, como abrigos (“hinanjo”) e locais elevados, em caso de tsunami. Se estiver dirigindo, estacione o carro no lado esquerdo da rua, deixe a chave na ignição e saia do carro sem travar as portas.
  3. Incorpore a cultura da prevenção: mantenha móveis e objetos pesados bem fixados e procure residir em casas e edifícios construídos após 1981, ano em que entraram em vigor as novas regras para garantir a segurança das construções contra terremotos.

Tufões e Inundações

A temporada de tufões no Japão ocorre de junho a dezembro, trazendo fortes chuvas e ventos que podem causar inundações e deslizamentos de terra. Para se proteger durante essas situações:

  1. Mantenha-se informado: monitore os boletins meteorológicos e siga as instruções das autoridades locais, incluindo evacuações obrigatórias, se necessário. Uma dica é baixar o aplicativo gratuito “Safety Tips”, criado pelo governo japonês e disponível para iPhone e Android, que oferece informações sobre desastres em diversas línguas, inclusive português.
  2. Tenha um plano de evacuação: saiba para onde ir em caso de inundações e conheça as rotas para locais elevados e abrigos governamentais.

Além disso, manter seus documentos pessoais em dia é fundamental em qualquer situação de emergência. Certifique-se de que seus documentos estejam válidos, principalmente o passaporte, e guarde uma cópia física ou digital em um local seguro e acessível. Além disso, mantenha seu cadastro atualizado junto ao Consulado do Brasil na sua jurisdição para receber informações atualizadas e, se necessário, assistência consular.

Em resumo, é essencial estar preparado para os desafios que os desastres naturais podem trazer. Estude as informações da prefeitura de sua cidade para saber como se prevenir e como reagir diante de cada situação de risco. Esteja informado, tenha um plano de ação e mantenha-se seguro. E lembre-se de que a rede de Consulados-Gerais do Brasil está sempre pronta para apoiar a comunidade brasileira em situações de emergência coletiva.

 

Consulado-Geral do Brasil em Tóquio 

Qual a utilidade das nossas fantasias na psicoterapia?

0

 

Já aconteceu de alguma vez você começar a fantasiar cenários na sua cabeça, imaginando como seria se você tivesse um romance com alguma pessoa famosa, superpoderes ou em situações improváveis, e então ficar um bom tempo investindo neste cenário e pensando no que aconteceria depois, e depois e depois? Isso é fantasiar, ferramenta utilizada como inspiração para diversos artistas, compositores e por aí vai. Mas para que serve isso na nossa mente?

A fantasia, utilizando a abordagem de Freud, é um mecanismo da nossa mente para fazer com que a nossa realidade seja um pouco mais prazerosa, para que possamos, de certa forma, fugir de coisas ruins que acontecem conosco e pensar em como seria bom estar em um determinado cenário e ter controle total sobre ele. Obviamente, tudo que é bom precisa ter moderação, tendo cuidado para não passar horas demasiadas do dia apenas divagando sobre esta fantasia.

 

Mas qual é o significado da fantasia na psicoterapia? Dentro da psicoterapia, essas fantasias podem ser um caminho de entrada para conteúdos mais profundos, como o porquê de você estar em determinada situação, quais são as ações que você tomou, entre outras questões. A própria fantasia também pode ser uma maneira de você se proteger de eventos mais traumáticos e trazer estes temas para a consciência de uma maneira acolhedora, como, por exemplo, ter uma relação muito difícil com um parente. A partir daí, fantasiamos em ter uma relação, familiar ou amorosa, com um personagem na TV ou série, tornando o trauma não elaborado em algo mais digestível para nós, e levando este tema para a (o) psicoterapeuta, você pode entender um pouco mais sobre você.

 

Porém, um assunto que é muito importante para ser discutido quando falamos sobre a fantasia é a moderação; até que ponto você está mais fantasiando do que vivendo a realidade? Você pode começar a ver quanto tempo do seu dia você está gastando com esse cenário, fazer questionamentos como “você passa mais tempo fantasiado do que tendo relações sociais? Ativamente se esquiva de obrigações ou eventos para poder ficar isolado em seu mundo? Possui reações emocionais negativas ou exageradas relacionadas a esses cenários?” Essas são perguntas para começar a entender o quanto a sua fantasia afeta o seu dia.

 

 

 

LUCAS SANTOS

CRP 08/38014

Psicólogo do Projeto Sakura

#23 Bernardo Zamijovisky – Diretor executivo da VR investimentos

Olá! Tudo bem com você? Neste episódio, conversamos com Bernardo Zamijovsky, Diretor Executivo da VR Investimentos. Ele nos brindou com uma aula sobre inovação e investimento global em Startups. Falou também sobre ensinamentos Judaicos e as Startups de Israel. E quais as oportunidades ele enxerga para nós que buscamos nos conectar ao ecossistema global de inovação e startups. A equipe J1 Inc. agradece imensamente a oportunidade de obter mais conhecimento sobre inovação e convida a todos para ouvir este e outros 22 episódios que já gravamos com temas relacionados a empreendedorismo e inovação. Muito obrigado e compartilhe com os amigos, seja no Japão, Brasil, ou outra parte do mundo. Sobre o livro: https://www.youtube.com/watch?v=7uFQ6EMaAyU

#22 Eduardo Tanimura – Das vendas online para japoneses e estrangeiros aos investimentos na Bolsa

Neste episódio conversamos com Eduardo Tanimura, Co-Fundador da Sanna’s. Ele e a esposa tinham o sonho de empreender, e iniciaram logo após o casamento. Eduardo nos contou sobre as inovações, os aprendizados, as dificuldades e como aproveitar os ciclos de mercado. Hoje ele tem um novo projeto, a bolsa de valores japonesa. Deixe seus comentários, ouça os episódios anteriores e acesse as páginas do Eduardo: https://youtube.com/@investimentojp https://instagram.com/eduardo.tanimura https://www.sannas.jp

#21 Vânia Ferrari e Anna Nogueira – Pensamentos transformadores

0

Neste episódio, conversamos sobre RH e os desafios que os empreendedores enfrentam na hora de contratar e treinar seus líderes. No Japão, as terceirizadoras de mão de obra, as chamadas “empreiteiras” tem os “tantoushas” que são os responsáveis por contratar e fazer a ponte entre os brasileiros e a indústria japonesa. Vânia e Anna, nos brindam com sua experiência prática e acadêmica sobre como o relacionamento com as pessoas é importante para essas lideranças. E para os “chefes”, é de extrema importância, ter controle emocional para cuidar da sua equipe e manter um ambiente sadio e que seja sustentável. Aproveite para conhecer e aprender no canal PENSAMENTOS TRANSFORMADORES https://youtube.com/@vaniaferrari_annanogueira e também no https://instagram.com/vaniaferrari

Cuidado com o que você posta online!

0
Cuidado com o que você posta!

Como suas mídias sociais podem afetar sua contratação

Na era das redes sociais, onde cada momento da nossa vida pode ser capturado e compartilhado em questão de segundos, torna-se imperativo refletir: quais são os possíveis impactos dessa superexposição, especialmente quando estamos em busca de um novo emprego?

Hoje, muitos recrutadores e empregadores fazem uma “verificação de redes sociais” antes de decidir contratar um candidato. Essa etapa do processo se tornou quase tão crucial quanto checar referências ou antecedentes criminais.

Se antes a primeira impressão era no aperto de mão durante uma entrevista, hoje ela pode ocorrer muito antes disso, no mundo digital. Fotos de festas excessivas, comentários controversos ou qualquer conteúdo considerado impróprio podem gerar uma imagem negativa para possíveis empregadores.

Enquanto todos têm o direito de expressar suas opiniões e compartilhar suas experiências de vida, é fundamental lembrar que, na internet, tudo fica registrado. Uma postagem impensada pode permanecer na web, mesmo depois de deletada.

Apesar das redes sociais serem, na maioria das vezes, um espaço pessoal, é crucial entender que, em muitos aspectos, elas se tornaram uma extensão do nosso CV. Ao demonstrar expertise na sua área, compartilhando artigos relevantes ou participando de discussões construtivas, você pode, na verdade, melhorar sua imagem profissional.

Dicas para manter um perfil “limpo”:

  • Revise suas postagens: antes de se candidatar a um emprego, faça uma revisão geral em suas redes sociais.
  • Configurações de privacidade: aproveite as ferramentas de privacidade que plataformas como Facebook e Instagram oferecem e considere manter suas mídias privadas. Assim, você terá maior controle sobre quem verá suas publicações, poderá seguir publicando o que deseja sem se comprometer.
  • Pense duas vezes: antes de compartilhar algo, pergunte-se se você estaria confortável com um futuro empregador vendo essa postagem.
  • Seja autêntico, mas profissional: não é sobre criar uma versão falsa de si mesmo, mas sim sobre mostrar sua melhor versão.
  • Crie um perfil profissional: outra alternativa é manter um perfil pessoal privado e um profissional, caso deseje estar acessível ao público em geral e ainda ter suas publicações pessoais disponíveis para apenas um grupo seleto de pessoas.

E para concluir, fica a dica: na era digital, nossos rastros virtuais são extensos e duradouros. Uma simples postagem pode tanto abrir quanto fechar portas no mundo profissional. Então cuide da sua imagem online tanto quanto cuida da off-line, okay!

Síndrome do impostor: Como identificar e superar no âmbito profissional?

Você sabe aquele sentimento que te faz pensar que você não merece o sucesso que conquistou, que você não é tão inteligente ou talentoso quanto os outros acreditam, e que, a qualquer momento, alguém vai descobrir que você é uma fraude? Se você já teve esses pensamentos, você pode estar lidando com a famosa Síndrome do Impostor.

Não se preocupe, você não está sozinho(a). A Síndrome do Impostor é um fenômeno psicológico que atinge muitas pessoas, especialmente no ambiente profissional. É aquela vozinha interna que nos faz duvidar de nossas conquistas, habilidades e capacidades, mesmo quando temos todas as evidências de sucesso diante de nós.

 

via GIPHY

O que é a Síndrome do Impostor?

A Síndrome do Impostor é como um ninja sorrateiro que se infiltra na sua mente, minando sua autoconfiança. Ela faz você acreditar que não é digno(a) do seu sucesso, que suas realizações são pura sorte e que, em breve, alguém descobrirá que você não é tudo isso que aparenta ser. Ela pode ser especialmente danosa no ambiente de trabalho, onde a pressão por desempenho é constante.

Como Identificar a Síndrome do Impostor:

  1. Dúvidas Constantes: Se você se pega constantemente duvidando de suas próprias habilidades e méritos, mesmo quando recebe elogios ou reconhecimento, isso pode ser um sinal.
  2. Perfeccionismo Excessivo: Se você se esforça para ser perfeito em tudo o que faz, muitas vezes procrastinando tarefas por medo de não conseguir fazer perfeitamente, a Síndrome do Impostor pode estar presente.
  3. Comparação com os Outros: Se você se compara constantemente com colegas de trabalho ou amigos, pensando que eles são melhores ou mais merecedores do que você, isso também pode ser um sintoma.
  4. Medo de Falhar: Se você evita desafios ou oportunidades por medo de fracassar e ser exposto como uma fraude, a Síndrome do Impostor está atuando.

 

via GIPHY

Como Superar a Síndrome do Impostor:

  1. Reconheça e Aceite: O primeiro passo é reconhecer que você está lidando com a Síndrome do Impostor. Aceite que todos, inclusive as pessoas de sucesso, têm dúvidas às vezes.
  2. Celebre suas Conquistas: Mantenha um registro de suas realizações e lembre-se de comemorá-las, mesmo as pequenas. Isso ajudará a construir sua autoestima.
  3. Fale sobre Isso: Compartilhar seus sentimentos de inadequação com amigos, familiares ou um terapeuta pode aliviar a pressão e fornecer perspectiva.
  4. Mude sua Mentalidade: Em vez de focar no medo de falhar, concentre-se na aprendizagem e no crescimento que cada desafio traz.
  5. Estabeleça Metas Realistas: Defina metas que sejam desafiadoras, mas alcançáveis, para evitar o perfeccionismo paralisante.
  6. Aprenda com os Outros: Em vez de se comparar, veja os outros como fonte de inspiração e aprendizado.

A Síndrome do Impostor pode ser uma luta real, mas com autoconhecimento, apoio e prática, você pode superá-la e seguir em frente em sua carreira com confiança. Lembre-se de que o sucesso não é apenas para os outros; você merece as oportunidades e realizações que conquistar.

Até a próxima!

Mente cheia demais? Veja por que a Faxina Mental é essencial.

0

Já parou pra pensar quantas informações você processa por hora? Quantos conhecimentos você adquire por dia? Quantas cobranças você se faz por semana? Quantas dores de cabeça você sente em um mês? Você sabia que tudo isso sobrecarrega o seu cérebro?

No final da década de 90, eu e meus amigos adorávamos ir em palestras. Guardávamos um pedacinho do salário todos os meses para aspirar experiências e botar pra dentro o máximo de informações possíveis daquelas pessoas de sucesso. Era um tempo no qual as informações eram preciosas e quem as transformasse mais rápido em atitudes largaria na frente dos concorrentes.

Hoje, duas décadas depois, não pagamos mais por informações, mas sim, por TRANSFORMAÇÕES. Você já deve ter se deparado com pessoas que buscam conhecimento em tudo e em todos.

São como aspiradores descontrolados ligados na potência máxima, insanos pelo tal do “conhecimento”. Precisam chegar aos sonhados masters e trainers, fazer parte dos grupos ultras/megas/hiper/masterminds e conhecer fórmulas que farão você aumentar 6, 7, 8 dígitos no seu display. É como se essas pessoas comessem compulsivamente em busca de mais saúde. Quanto mais alimento, mais saúde. E quando se dão conta do quanto comeram e do peso que carregam, começam a pagar para descobrirem novas fórmulas de diminuir os dígitos, agora no outro display, o da balança.

Todo conhecimento armazenado exige a sua aplicação. É exatamente como a comida. Tudo que é absorvido precisa ser utilizado. Caso contrário, haverá um acúmulo e quanto mais acúmulo, mais peso. Estar de olho no funcionamento da nossa mente é imprescindível. E para isso, a “faxina mental” diária é necessária.

Neste caso, como fazer?

Hoje quero trazer uma atividade muito simples, mas que, executada da forma correta, diminui a fadiga mental, melhora o sono e aumenta a capacidade de encontrar soluções. Para ela, separe de dez a trinta minutos todos os dias antes de dormir.

1. Pegue um papel em branco e transponha TUDO o que estiver ocupando a sua mente. Coloque todos os seus pensamentos, ideias, preocupações, problemas etc.
Conforme for escrevendo, comece a deletar cada coisa da sua mente. Faça isso até que tudo esteja no papel e sua mente esteja “vazia”.

2. Depois de escrito, enumere quais são as três tarefas mais importantes a serem efetuadas no dia seguinte em ordem de prioridade. Se conseguir definir a ordem de importância de tudo o que está escrito, melhor ainda.

3. Não adicione mais nenhuma informação ou preocupação no seu cérebro. Se lembrar de algo, adicione no papel e libere a sua mente.

4. No dia seguinte, antes de começar a colocar algo novo, dê uma olhada na lista e comece a executar a partir das prioridades.

5. Faça isso todos os dias e, se possível, guarde as anotações por um mês.
Perceba que muitos itens se tornarão mais importantes do que você tinha imaginado; por outro lado, outros se tornarão irrelevantes ou questões muito simples de resolver.
Se toda a ação começa a partir de um pensamento que é processado pelo cérebro e transmitido para o corpo através de impulsos, é essencial manter o fluxo dos nossos pensamentos, livres de conhecimentos irrelevantes. Livre da necessidade de manter uma obesidade mental.

Nunca compre conhecimento de quem te vende sonhos. Os sonhos são seus, ninguém irá criá-los para você. Não acredite em promessas, elas estão no futuro e só se tornarão reais quando forem cumpridas. Quem vende promessas, vende ilusão. Em qual destas duas dimensões você quer viver: na da REALIDADE ou na da ILUSÃO?

Sua virada de chave

0

Yokkaichi, Japão – Durante o início do feriado Obon (Finados), muitos brasileiros optaram por reservar o sábado (12) para absorver insights valiosos em palestras de investidores realizadas no evento “Sua Virada de Chave,” organizado pela Tokai Invest em Tsu (Mie). Este encontro reuniu cerca de 1.000 participantes com o objetivo de inspirar aqueles interessados em adentrar o mundo financeiro, especialmente nos mercados Forex e criptomoedas, ou até mesmo iniciar uma transformação em seu estilo de vida.

Os palestrantes selecionados para o evento incluíram Roberto Nacaya, o mentor por trás dessa iniciativa, juntamente com Lilian Imoto, Flávio Kozaki, Wagner Sussumu, Marisa Mori e Daniel Omine. Nacaya, ao explicar a escolha desses palestrantes, enfatizou a importância de uma comunidade que cresce unida: “Se continuarmos apenas focando em nós mesmos, acabaremos ficando para trás em relação a outras comunidades. No entanto, se nos apoiarmos mutuamente, cresceremos juntos,” disse ele.

Flávio Kozaki, o primeiro brasileiro a se destacar como trader profissional em Forex no Japão, foi o primeiro a compartilhar suas experiências. Após se mudar para o Japão em 2011 e aprender japonês para obter sua carteira de motorista, Kozaki acabou mergulhando no mundo financeiro. Ele relembrou os tempos difíceis em que se sentia desencaixado em seus empregos e como tropeçou em um livro sobre mercado financeiro em uma livraria. Essa casualidade o levou a explorar o mercado de ações antes de se aventurar no Forex. Kozaki enfatizou a importância dos detalhes e como essa mentalidade se aplica não apenas aos investimentos, mas a todas as áreas da vida.

Daniel Omine, um programador e engenheiro de sistemas com 25 anos de experiência, revelou como conquistou fortunas tanto no Forex quanto nas criptomoedas. Com sua visão das criptomoedas como o “ouro digital,” ele destacou a disciplina e a consistência como fundamentais para manter os ganhos nesses mercados voláteis.

A psicologia do investidor foi abordada por Marisa Mori, uma terapeuta com 20 anos de experiência em Programação Neurolinguística (PNL) e Hipnose Clínica. Ela destacou a importância de dominar a mente para alcançar uma vida plena e próspera, incentivando as pessoas a acreditarem em sua própria capacidade de superar obstáculos.

Lilian Imoto, esteticista e educadora da Tokai Invest Group, compartilhou suas experiências pessoais, incluindo momentos difíceis em sua carreira, como a perda de seu primeiro negócio de esteticista devido a questões de licença e seu subsequente divórcio. Ela enfatizou que, embora o dinheiro seja importante, a família é mais valiosa.

Wagner Hayashida, dono da Susumu Group e ex-caminhoneiro que encontrou sucesso como trader em Forex, advertiu sobre o perigo de investir em áreas desconhecidas e destacou a importância de ter conhecimento antes de arriscar o dinheiro.

A última palestra ficou a cargo de Roberto Nacaya, fundador da Tokai Brazilian Jiu-jitsu e da Tokai Invest. Ele compartilhou suas experiências desde a adolescência no Brasil, quando já demonstrava habilidade para ganhar dinheiro. Ele enfatizou a importância de evitar dívidas que não se encaixem no orçamento e a necessidade de comunicar-se com os credores quando se está endividado.

À medida que os participantes absorviam as lições e perspectivas compartilhadas durante o evento, ficou claro que a jornada para o sucesso financeiro e pessoal é uma estrada que pode ser trilhada, desde que se tenha a coragem de começar. Assim, o “Sua Virada de Chave” não apenas iluminou o caminho para o mundo financeiro, mas também acendeu a chama da transformação de estilo de vida para muitos presentes.