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#29 Alvaro de Sa Freire Jr. – Economista Chefe e Gestor Versal Finance

Neste episódio do J1Talks, conversamos com Alvaro de Sa Freire Jr. e ele nos contou algums fatos que ocorreram no passado e tornaram a se repetir na economia dos países.
Ouça atentamente até o final para entender como funciona o sistema monetário e como isso influencia na sua vida diária. Sua experiência internacional é tão vasta que Alvaro já cuidou de clientes financeiros japoneses no Brasil além de bancos na Europa.
Foi um dos episódios mais longos, mas ao mesmo tempo, com mais densidade de informações que ultrapassam décadas de história das crises financeiras até os dias atuais.
Os temas abordados foram desde o império romano até o Bitcoin. E mais, como o BRICS+ está mudando a forma como os países utilizam moedas para fazer transações comerciais.
E para quem vive no Japão, entenda como pode ser seu futuro na ilha.
Muito obrigado! Responda nossa enquete e compartilhe a vontade.

Consulado-Geral do Brasil em Hamamatsu e Comunidade Brasileira – Parceria em prol do Empreendedorismo e do Empoderamento Feminino

Em virtude da significativa quantidade de nacionais brasileiros residentes no Japão com vocação empresarial, conferi alta prioridade ao fomento do empreendedorismo comunitário desde o início de minha gestão à frente do Consulado-Geral do Brasil em Hamamatsu. O Espaço do Empreendedor Brasileiro (EEB) do Consulado, o único da rede consular brasileira no exterior, presta consultoria presencial e individualizada a micro e pequenos empresários e leva a cabo diversos projetos e iniciativas para auxiliá-los a abrir ou expandir suas firmas e, dessa forma, a desenvolver plenamente seu potencial.

Merecem especial atenção as iniciativas do EEB dedicadas a mulheres. Muitas sonham com a abertura ou expansão de seus próprios negócios, mas são obrigadas a enfrentar longas jornadas de trabalho em fábricas para garantir o sustento familiar. Essa rotina provoca significativo cansaço físico e mental e, frequentemente, impede a transformação daqueles sonhos em salões de beleza, pet-shops, restaurantes e lojas de vestuário e calçados.

No dia 2 de junho passado, o Consulado em Hamamatsu lançou, no “Salão de Exposições de Hamamatsu” (ZIVA), dois novos projetos de incentivo ao empreendedorismo comunitário e ao empoderamento feminino: a “Feira do Micro e Pequeno Empreendedor Brasileiro no Japão” – Feira MIPE, e o catálogo “Artesanato Brasil”.

A cerimônia de lançamento dos projetos contou com a presença de diversas autoridades – do vice-prefeito de Hamamatsu, sr. Yutaka Yamana; do diretor-executivo da Fundação Internacional de Hamamatsu – HICE (vinculada à prefeitura desta cidade), sr. Hiroshi Anma; do presidente da Aliança de Intercâmbio Brasil-Japão, sr. Shozo Takagi; do vice-diretor da Agência de Cooperação Internacional do Japão – JICA Chubu, sr. Yoshihiro Miyamoto; e do presidente do “Brazilian Business Group” (BBG), sr. Marcelo Hironaka; de empresários; de outras personalidades; de mídias comunitárias brasileiras e da imprensa japonesa.

A Feira MIPE serviu de plataforma que propiciou a cerca de 140 expositores a inédita oportunidade de participação em diversas atividades essenciais para o êxito de qualquer empreendimento privado, a saber: reuniões para a exploração de novas propostas de negócios; encontros para criação e fortalecimento de redes de networking corporativo; e a divulgação de produtos e serviços junto a numeroso público visitante, estimado em cerca de 5 mil pessoas. Destaco a oportunidade de acesso direto dos expositores ao seleto grupo de tomadores de decisões que prestigiaram a Feira MIPE com suas presenças – políticos, líderes empresariais, personalidades, mídias comunitárias brasileiras e imprensa japonesa.

Tenho carinho muito especial pelo “Artesanato Brasil”, projeto de fomento do empreendedorismo e empoderamento femininos realizado em parceria com a “Metacom Communication”, cujo objetivo é apoiar e divulgar o trabalho de 65 talentosas artesãs brasileiras residentes no Japão por meio de exposições de seus trabalhos e da distribuição de exemplares do catálogo “Artesanato Brasil” a seleto público. Os trabalhos, caracterizados por diversidade de técnicas e materiais utilizados – tais como cerâmica, macramê, tricô e bordados –, retratam a riqueza da cultura artesanal de diversas regiões brasileiras.

Em razão de sua relevância e público-alvo, o “Artesanato Brasil” recebeu apoios institucionais ou financeiros de peso: do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte – MEMPE; do “Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas “ – SEBRAE Nacional; e do Grupo Mulheres do Brasil, da Agência de Cooperação Internacional do Japão – JICA, cujas sedes regionais abrirão seus respectivos espaços para futuras exposições em outras cidades japonesa; de mais de 20 patrocinadores; da mídia comunitária brasileira no Japão e da imprensa japonesa.

Ambos os projetos constituem relevantes contribuições do Consulado-Geral do Brasil em Hamamatsu para a realização dos sonhos de micro e pequenos empresários e empresárias integrantes da nossa vibrante comunidade residente neste país. O sucesso de seus negócios lhes garantirá a renda necessária para a transformação de suas vidas e as de suas famílias.

Em síntese, a Feira MIPE e o catálogo ” Artesanato Brasil” demonstram a força e o potencial da comunidade brasileira em todo o Japão.

Associação Central Nipo-Brasileira promove encontro de intercâmbio entre empresas e universitários em Tóquio 

O Encontro de Intercâmbio entre Empresas e Estudantes, organizado pela Associação Central Nipo-Brasileira, está programado para acontecer em 5 de agosto de 2024, das 14h00 às 16h00, na Sala de Conferência da The Nippon-Foundation. Este evento pioneiro oferece uma plataforma única para estudantes universitários, formados e intercambistas sul-americanos, juntamente com japoneses que já vivenciaram intercâmbio na América do Sul, interagirem diretamente com representantes de diversas empresas japonesas.

Com o objetivo de promover conexões significativas e oportunidades de aprendizado prático, o encontro incluirá apresentações detalhadas das empresas participantes, seguidas de sessões de conversa livre em pequenos grupos. Os participantes terão a chance não apenas de praticar japonês para negócios, mas também de explorar potenciais colaborações e aprender sobre as operações das empresas em vários setores.

A participação no evento é gratuita, com inscrições abertas para aproximadamente 70 participantes, incluindo cerca de 30 estudantes de intercâmbio. Os interessados devem se registrar previamente e estar preparados para interagir com representantes empresariais, utilizando cartões de visita para facilitar o networking.

Para mais informações sobre inscrições e detalhes adicionais, visite os links abaixo:

QUESTIONAMENTOS PARA QUEM ESTÁ CONSIDERANDO SE MUDAR PARA O JAPÃO 

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Mudei-me para o Japão recentemente com a vontade de me abrir a uma nova experiência, a um novo aprendizado. Já estive no Japão algumas vezes, mas agora, estou com outra visão.
Percebi o quanto os brasileiros que estão no Japão trazem consigo um pedaço do Brasil e o quanto se esforçam para se adaptar à cultura japonesa. Alguns gostam mais do Brasil, outros, mais do Japão. Percebo que alguns fatores são importantes para uma boa vivência e adaptação. São questionamentos muito particulares para cada pessoa ou família, mas que são necessários para uma boa adaptação. Eles são:

  1. Por que as pessoas envolvidas querem sair da situação que se encontram para vir para outro país? Além do questionamento dos motivos emocionais que levaram a tomarem essa decisão (muitos estão tentando resolver problemas, mas, muitas vezes, criam outros problemas maiores).
  2. O objetivo de vir para o Japão: objetivos individuais, do casal e da família.
  3. O planejamento: quem virá, escolha da cidade, escola para filhos, possibilidades de trabalhos, redes de apoio, qual a melhor época para vir. Esse é um questionamento que engloba: de que forma suas decisões impactarão na educação (formal e social) de seus filhos, como vocês lidarão com o relacionamento conjugal estando em outro país, enfim, várias questões que vão além do dinheiro que ganharão em outro país.
  4. O preparo para cada etapa como documentação, adaptação à moradia, trabalho, aos costumes e aos conflitos que haverá inevitavelmente.
  5. E ter, claro, a meta, o foco e até onde cada um pode ir emocionalmente, sem criar conflitos internos de valores, preservando a saúde mental. Nesse item, podemos pensar sobre mudanças de metas – Muitas vezes, a meta era ficar 2 anos para conseguir algo no Brasil, mas as pessoas vão ficando e ficando, e a meta muda, mas não fica claro para as pessoas envolvidas, e, sem perceberem, se perdem nas metas e isso pode gerar conflitos.

Tenho refletido muito sobre a saúde mental, sobre como estamos resolvendo nossos problemas e o quanto conseguimos enxergar estando inundados de dúvidas e em descompasso com nossos parceiros de vida (esposo(a), filhos(as), pai, mãe, irmãos).

Por conta disso, a psicoterapia é um momento de parada para reflexão, identificação de si, do outro e do mundo, para um melhor direcionamento nas escolhas e metas de forma orgânica e dinâmica.

    LEILA HARU OKUDA MARCHEZEPE

    CRP: 06/36663.

    Psicóloga do Projeto Sakura

    SERVIÇOS CONSULARES: PROCURAÇÕES


    Um dos serviços mais requisitados ao Consulado é a procuração, documento pelo qual uma pessoa (chamada “outorgante”) transfere poderes a outra (chamada “outorgado”) para, em nome daquela, praticar determinados atos como assinar contratos, receber e retirar documentos ou representar perante órgãos públicos, bancos e empresas privadas. Esta transferência de poderes é chamada de “mandato”, e a procuração é o instrumento que o formaliza.


    Todos os atos lícitos, tendo como principais exceções o testamento, o depoimento pessoal e a adoção, podem ser objeto de procuração. Casamento, hipoteca ou compra e venda de imóvel e, de modo geral, atos referentes à transferência de bens e direitos, no entanto, exigem procurações públicas, lavradas no Consulado ou em cartório no território brasileiro. Do contrário, o documento não será válido e não poderá produzir efeitos jurídicos.


    Para solicitar uma procuração pública, é preciso enviar pelo sistema e-Consular o texto dos poderes e um documento de identificação do outorgante, como o passaporte válido ou carteira de identidade recente, além de informar o número do CPF – que é obrigatório para todo cidadão brasileiro e fundamental para a prestação de serviços consulares. Em alguns casos específicos, é necessário apresentar documentação adicional.

    Depois que o requerimento for validado no e-Consular, deve-se agendar atendimento e comparecer ao Consulado com a documentação original para conferência. A procuração é processada e impressa rapidamente no atendimento presencial. Não é possível obter procurações públicas pelos correios nem online.
    Quando o mandato público não é necessário, basta lavrar uma procuração particular, que é mais simples e barata.

    A documentação necessária é a mesma, mas, ao agendar o serviço no e-Consular, deve-se escolher a opção de reconhecimento de firma. No atendimento presencial, será necessário registrar a firma no Consulado, preenchendo cartão-autógrafo, e assinar a procuração diante do agente consular. Quem já tem firma registrada pode solicitar o reconhecimento de firma na procuração particular pelos correios.


    Cabem aqui duas observações importantes, que valem tanto para procurações públicas quanto para privadas. Primeiro, o Consulado só registra procurações para cidadãos brasileiros ou estrangeiros portadores de CRNM (antiga RNE) que não estejam fora do Brasil há mais de dois anos.

    Segundo, o texto com os poderes é sempre responsabilidade do outorgante. O Consulado disponibiliza, em seu site, modelos que podem ser usados, mas também recomenda que consulte previamente seu advogado e confirme o teor da procuração junto às autoridades pertinentes (cartório, INSS) e partes interessadas (comprador/vendedor, instituições bancárias) para evitar contratempos na produção do documento.


    Se o outorgante entender que o mandato não é mais de seu interesse, será possível revogar a procuração a qualquer momento. O procedimento é feito pelo e-Consular e requer envio de formulário, da procuração a ser revogada, documento de identificação e CPF. Também é preciso agendar atendimento e comparecer ao Consulado, não sendo possível revogar a procuração online nem pelos correios.


    Confira mais informações sobre procurações acessando nosso site: https://www.gov.br/mre/pt-br/consulado-toquio/servicos-consulares/procuracao

    Tanabata Matsuri – Origens, tradições e celebrações

    O Tanabata Matsuri, ou Festival das Estrelas, é uma celebração tradicional japonesa que remonta a lendas milenares. Originário da fusão entre mitologia chinesa e tradições japonesas, este festival é marcado pela reunião anual das divindades Orihime e Hikoboshi, representadas pelas estrelas Vega e Altair.

    Segundo a tradição, Orihime, a princesa tecelã das estrelas, se apaixonou por Hikoboshi, um pastor. Encantados um pelo outro, eles negligenciaram suas responsabilidades divinas. Isso enfureceu o pai de Orihme, o deus Tentei, que os separou na Via Láctea.

    Tanabata

    Com o tempo, comovido pela tristeza de sua filha, Tentei permitiu que Orihime e Hikoboshi se encontrassem uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês lunar. Nesse dia, se as condições climáticas permitirem, é possível ver uma reunião simbólica das estrelas Vega e Altair no céu, simbolizando o reencontro anual dos amantes.

    A data, 7 de julho (no calendário lunar), é celebrada com enfeites coloridos de papel, conhecidos como tanzaku, onde os desejos são escritos e pendurados em bambus decorados. Esta prática simboliza a esperança de que os desejos se realizem ao longo do ano.

    Tradicionalmente, o Tanabata Matsuri é uma festa de união e renovação, onde comunidades se reúnem para dançar, comer iguarias como sōmen (macarrão frio) e apreciar os fogos de artifício que iluminam o céu noturno. É uma celebração que une o espiritual ao cultural, transmitindo valores de esperança, amor e renovação.

    Tanabata

    Ao longo dos séculos, o Tanabata Matsuri evoluiu, mantendo-se como uma das festividades mais amadas no Japão e, cada vez mais, sendo celebrada ao redor do mundo. Uma oportunidade única de mergulhar na rica cultura japonesa e nas suas tradições que resistem ao tempo.

    Enoura Observatory: uma ode ao tempo e ao mar

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    Estar antenado na arte contemporânea japonesa é tarefa difícil para quem está no Brasil. Não somente pelo fato do país estar fora dos grandes centros mundiais de exposição como também porque os japoneses são relativamente lentos em se projetar fora do circuito óbvio. Por isso o nome de Sugimoto Hiroshi [sobrenome – prenome] soa desconhecido até para amantes de arte. Destacado na fotografia e na arquitetura, este japonês de 72 anos é um dos nomes da mostra STARS: Six Contemporary Artists from Japan to the World que está em cartaz no Mori Art Museum, em Tóquio.
     
    Localizado a cerca de uma hora e meia da capital japonesa, o Enoura Observatory pode ser considerado uma declaração da obra e do pensamento de Sugimoto Hiroshi. Construído numa falésia banhada pelas águas da Baía de Sagami, o espaço é uma espécie de reverência ao tempo. Sugimoto se apropriou de técnicas de construção antigas para construir o museu a céu aberto, no qual as obras são as próprias edificações.
     
    Além disso, o arquiteto-artista se apropriou de materiais e ruínas de outras construções para ressignificá-las no espaço do observatório. O portal Meigetsu, por exemplo, fica logo na entrada e é datado do Período Muromachi (1338-1573). Já a casa de chá Uchoten recebeu telhas de ferro corrugado de um antigo armazém da região. Construído em homenagem ao mestre Rikyu — criador de vários projetos de casas de chá no Japão feudal —, o espaço ganhou um nome formado pelos caracteres para “chuva”, “audição” e “céu”. Quando a chuva cai, pode ser ouvido o som das gotas batendo no telhado. “Se o Rikyu estivesse vivo, algo me diz que um pedaço enferrujado de ferro corrugado seria exatamente o tipo de material que ele usaria”, conta Sugimoto no site que apresenta o projeto.
     
    Aliás, a interação com elementos da natureza não para ali. Todo o espaço foi pensando para dialogar com a paisagem, em especial a posição do sol em épocas significativas do ano, como os solstícios e equinócios. No Light Well, um poço é construído no final de um apertado túnel através do qual a luz do sol chega. No solstício de inverno, o dia mais curto do ano, o sol forma um diamante na entrada do túnel que dá para o mar.
     
    Mas não é preciso estar no local num dia especial para entender a proposta do espaço. O anfiteatro romano, construído em conjunto com um tablado de madeira no estilo de pilares suspensos kakezukuri, o sol é a estrela a ser observada. Já o Stone Stage é um espaço aberto feito de pedras e que faz uma referência à lenda que conta que a deusa do sol, Amaterasu, devolve a luz ao mundo ao ser seduzida por uma dança que a retira de seu esconderijo dentro de uma caverna. Com as dimensões de um palco de nô, o espaço é outra reverência à natureza e aos ciclos.
     
    Além das construções, fotografias do artista podem ser vistas numa estreita galeria de 100 metros de comprimento, com as obras expostas na parede construída em pedra de oya, uma espécie de rocha ígnea de fácil modelação e muito usada em artesanato e construção. Oposta às obras, uma parede de vidro completa um diálogo, inevitável ao falarmos de Japão, entre passado e presente. Apresentadas na galeria, fotografias da série Seascapes, em que mar e céu são retratados, chegam a ser uma pitada de ironia com a paisagem vista do lado de fora e com a arte de um modo geral. Porque não é possível chegar a outra conclusão no Enoura Observatory: a gente só precisa olhar para o mar para ver toda a obra que é o planeta em que vivemos.
     

    Serviço

    ENOURA OBSERVATORY (江之浦測候所)
    espaço de arte
    Kanagawa-ken Odawara-shi Enoura 362-1

    Reserva de tickets 3,300 yen para admissões de manhã e tarde
    2,200 yen para admissão à noite

    Tickets na Hora
    3,850 yen para admissões de manhã e tarde
    2,750 yen para admissão à noite

    A venda de ingressos na hora é limitada e depende da quantidade de ingressos reservados para cada horário de admissão. Se os ingressos reservados atingirem o limite estabelecido, nenhum ingresso na hora será disponibilizado.

    O local é de difícil acesso por transporte público. No ato da compra da entrada, é possível reservar o serviço de transporte gratuito do local. Informações no site.
    Este texto foi publicado anteriormente no site Direto do Japão. Reprodução autorizada pelo autor.

    POR QUÊ? ou PARA QUÊ?

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    Frases parecidas com significados diferentes. Somos doutrinados desde criança a justificar nossas atitudes, a encontrar os “porquês” de tudo. Por que fizemos errado? Por que fizemos certo? Por que não fizemos? Por que deveríamos ter feito?

    A pergunta por que, remete ao passado, como se fôssemos encontrar os motivos pelo que fizemos ou pelo que não fizemos, causando na maioria das vezes muitos conflitos. As pessoas que buscam justificativas para tudo, geralmente entram em um processo de autossabotagem, no triângulo de culpa (quem é o agressor?), vítima (quem foi injustiçado?) e super-herói (quem vai salvar?). Quantas pessoas você conhece que ficam sempre se vitimizando? Ou, por outro lado, aquelas que acham que sabem de tudo? Ou que querem ajudar os outros a todo momento?

    Quando nos perguntamos “para quê?” remetemos ao futuro buscando o que nos motiva a fazermos o que fazemos. Se você quer parar de se justificar e encontrar o real motivo das suas atitudes, basta trocar as perguntas de “por quê?” por “para quê?”. Veja os exemplos abaixo.

    Por que comprei? Para que comprei?

    Por que eu como carne? Para que eu como carne?

    Por que ir? Para que ir?

    O questionamento “para quê” pode ser usado em qualquer tempo verbal, buscando sempre a visão para o futuro.

    Todos os nossos comportamentos estão ligados a um motivador interno. Se você acha que se motiva com uma questão externa, preste atenção no ganho interno que você tem com isso. É esse ganho que te move! Isso é chamado de ganho secundário, o ganho que realmente temos, acima daquele que achamos ter. Parece complicado, mas é bem simples. Acompanhe este raciocínio.

    João está na dúvida se compra um celular novo ou se fica com o atual e se pergunta POR QUE deve comprar o celular novo?  As respostas prováveis serão do tipo, “porque tem uma câmera melhor”, “porque a diferença de preço é pequena”, “porque é mais rápido” etc. Agora, João se pergunta PARA QUÊ comprar um celular novo? As respostas prováveis serão “para utilizar no trabalho”, “para gravar vídeos em 4K”, para otimizar o fluxo de trabalho etc.

    Perceba que a única forma de João não justificar a compra do aparelho novo, mas identificar se ele é realmente necessário é se perguntando “PARA QUÊ?”.

    Quando encontramos os motivos pelo que fazemos ou pelo que não fazemos as coisas tudo se torna mais claro. Saímos do mundo de ilusão onde buscamos suprir uma coisa pela outra e vamos para o mundo real identificando o que é necessário para sermos prósperos e felizes. A prosperidade está nos questionamentos do que é e não o que eu quero que seja.

    E você? Faz os ajustes da vida real ou está vivendo no mundo da ilusão?

    Você se considera um dependente afetivo?

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    Você é um tipo de pessoa que acha que precisa de outras pessoas para viver, para resolver problemas, para ser feliz? Ou você considera que para existir precisa “daquela pessoa” especial, e fica desesperado somente em pensar na possibilidade de perdê-la ou ser abandonado por ela?

    Muitas pessoas desenvolvem em sua vida adulta o que chamamos de dependência emocional ou afetiva. Tentam sem sucesso preencher o vazio interior com a presença de outra pessoa. Isso causa muita frustração, porque mesmo que se encontre uma pessoa que esteja completamente disponível e que faça tudo para ver a outra feliz, a mesma nunca será capaz de preencher todas as faltas e vazios do outro.

    Sempre existirão espaços e coisas que somente o próprio indivíduo pode preencher em si mesmo. Em geral, o dependente emocional apresenta uma angústia muito grande ao pensar na hipótese de ser abandonado, como se fosse invadido por uma sensação de que não sobreviveria à tristeza, e que não conseguiria seguir sua vida, recomeçar, pois ninguém seria suficiente para substituir tamanha falta.

    Essa sensação causa em geral ansiedade e desconforto, o que traz muito sofrimento a quem a sente. Na maioria das vezes, está ligada a experiências vividas na infância, onde houveram  perdas afetivas, faltas emocionais ou negligência, ou a situações que foram interpretadas pelo indivíduo como sendo assim.

    Caso você se identifique como um dependente emocional, é necessário reconhecer essa condição e a necessidade de vencê-la, pois isso te torna eternamente insatisfeito em qualquer relação, independentemente de com quem seja.
    Se você não sabe se enquadra-se no rol dos dependentes afetivos, busque sinais que te possam orientar. Por exemplo, você deixa de fazer coisas para estar todo o tempo disponível para o outro? Já deixou de lado amizades porque a outra pessoa pediu, ou para fazê-la feliz? Percebe que não tem atividades individuais, ou outros interesses?

    Perceba que nunca será responsabilidade do outro fazer você feliz, essa responsabilidade é somente nossa. Se depositamos essa missão em outra pessoa provavelmente nos decepcionaremos. Você consegue ser afetivamente feliz quando descobre e reconhece seu valor. Para isso, mude algumas atitudes. Faça atividades que deem prazer e que não sejam programadas em cima da rotina do outro, mas individualmente.

    Busque momentos de silêncio consigo mesmo, pois ficar em sua companhia em alguns momentos sem medo de que a outra pessoa deixe de te querer é muito saudável. Amor não se mede pela quantidade de tempo juntos! Busque o autoconhecimento para descobrir e curar o que te faz se relacionar dessa forma.
    Encare que necessita mudar a maneira de se relacionar, sem autojulgamento, mas sim focado em solucionar o problema.

    Psicóloga
    Kenya Lucia Ciola
    CRP 08/06155
    Psicóloga formada pela PUC-PR, Neuropsicóloga, realiza orientação
    aos pais e também atendimento em espanhol.
    Psicóloga do Projeto Sakura desde 2016.

    Em sua primeira edição, GUNMA BRAZILIAN DAY promete uma celebração e tanto a la brasileira 

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    O Gunma Brazilian Day está prestes a agitar a cidade de Ota nos dias 15 e 16 de junho de 2024! Considerado o maior festival brasileiro da Ásia, o evento promete dois dias de pura celebração, música, gastronomia e diversão para toda a família.

    Com uma comunidade brasileira unida e calorosa, Gunma foi escolhida como o local perfeito para sediar este evento único, que oferecerá entretenimento de primeira classe, apresentando performances musicais variadas, apresentações artísticas e uma variedade de atividades culturais que destacarão o melhor da cultura brasileira.

    O destaque do evento será o show especial do renomado cantor e compositor Saulo Fernandes, que promete uma apresentação eletrizante com participações especiais que certamente irão agitar a plateia.

    Além disso, os visitantes terão a oportunidade de se deliciar com uma seleção irresistível de comidas típicas brasileiras, que satisfarão até os paladares mais exigentes.

    O Gunma Brazilian Day 2024 também será uma plataforma para destacar o talento local, com apresentações de alunos das escolas brasileiras e grupos de dança do Brasil e do Japão, proporcionando uma experiência cultural verdadeiramente enriquecedora para todos os presentes.

    Esteja preparado para se envolver em uma atmosfera de celebração e diversão enquanto celebra a rica cultura brasileira durante o Gunma Brazilian Day 2024!

    Para mais informaçoes sobre o evento, acesse o site oficial em https://braziliandayjapan.com/